Parte um
Depois de um ano que eu havia
começado os meus negócios, finalmente as coisas estavam fluindo bem para mim.
Me chamo Roberto, moro sozinho em uma bela casa, tenho trinta e cinco anos,
tenho um metro e oitenta e cinco de altura, corpo atlético, cabelos e olhos
castanhos, pele clara e trabalho com desenvolvimento de sistemas para diversas
empresas.
Manhã ensolarada de terça-feira,
era primavera. Eu havia acordado as seis da manhã para fazer as minhas
atividades físicas antes de mais um dia de trabalho. Eu havia acordado com a
sensação de que teria um dia maravilhoso pela frente.
Cheguei em casa todo suado, com a
mente e com o corpo energizados, naquela sensação de leveza, mesmo depois de
duas semanas sem saber o que era uma noite de amor, pois havia terminado o meu
noivado fazia meses e dali então passei os meus finais de semana como um bom
baladeiro. Jogando o jogo da sedução, sendo rejeitado por lindas mulheres mas também adorado por outras e a minha noite com as adoradoras geralmente terminava na
cama. Não é querendo me gabar, mas na nossa turma eu era quem mais levava jeito
com as mulheres, isso pelo fato de saber conversar e me entrosar em diversos
grupos nas baladas.
Tomei um banho frio, me arrumei
para mais um dia de trabalho, li algumas notícias, tomei o meu café da manhã e
finalmente despedi da mulher que trabalha na minha casa e entrei no meu carro.
O trânsito estava bastante
engarrafado, mas com um dia tão lindo como aquele eu não iria me chatear só por
que eu estava parado no trânsito. Liguei o som e coloquei músicas alegres para
tocar dentro do carro, até que o meu telefone tocou:
- Bom dia sou a Ana Paula,
gostaria de falar com o Roberto.
Eu em um tom bem alegre e ao
mesmo tempo educado respondi:
- BOM DIIIIIIIAAA ANA
PAULAAAAAAA!!! Eu sou o Roberto. Pode falar.
- Olá Roberto! Peguei o seu
contato através de um amigo que me indicou os seus serviços, aliás preciso
deles urgente.
- Tudo bem. Estarei livre à
tarde. Podemos agendar uma visita na sua empresa.
- Mas porque só a tarde? Eu
preciso de você o mais rápido possível.
- Preciso que tenha um pouco de
calma. Primeiro me mande o seu endereço. Depois eu ligo na empresa e converso
com alguém avisando que eu vou precisar chegar um pouco mais tarde.
- Ai. Está bom então. Mas vê se
não demore.
Anotei
o endereço da empresa da Ana Paula e mudei a rota que eu estava fazendo. Essa
Ana Paula tinha uma voz linda, bem feminina, porém se mostrou um pouquinho
arrogante, mal-educada, mas isso não importava, pois, negócios são negócios.
Depois
de quarenta e cinco minutos finalmente cheguei na empresa. Ficava em um prédio
moderno e bem amplo. Deixei o meu carro no estacionamento e depois me dirigi
até a portaria para comunicar a minha chegada. A recepção do prédio autorizou a
minha entrada e então fui para o décimo quinto andar, onde ficava a empresa da
chata da Ana Paula (risos). Toquei a campainha e fui recebido por uma moça
jovem da qual não me recordo o nome.
A empresa ficava em uma sala bem
ampla, com ar-condicionado, vários quadros nas paredes, mesas com computadores
espalhadas pela sala, alguns toques femininos na decoração, e uma linda vista
pela vidraça. Mas o ar era tenso. Notei que só haviam mulheres. Seis mais
precisamente e pareciam atrapalhadas. Havia uma mulher loira em uma mesa
grande. Aliás, um pedaço de mal caminho. Ela estava vestida com roupa social,
camisa clara, uma saia preta, meia calça, sapatos pretos, usava óculos, tinha um colar pequeno que abraçava o seu pescoço e no braço estava um belo relógio. Eu não
conseguia tirar os olhos dela, e logo a moça que me atendeu se dirigiu até a
mesa da mulher loira e anunciou a minha chegada. Essa loira era a Ana Paula,
que apesar de ter me apressado para que eu chegasse rápido na empresa, fez
pouco caso e pediu para a moça falar que eu deveria
aguardar. Me sentei e esperei cerca de dez minutos até que Ana Paula viesse
conversar comigo.
Não vou entrar em detalhes sobre
a nossa conversa, mas conversamos bastante. Foi bastante complicado explicar
sobre o meu trabalho para uma mulher que apesar de muito gata, era arrogante e
também burra. Fiquei mesmo foi louco para pegar aquela mulher e levar para a
minha casa e cuidar dela direitinho para deixa-la bem calma e educada (risos).
Dois meses se passaram desde que
vi Ana Paula pela primeira vez, andei pensando muito nela, apesar de eu ter pego
várias mulheres lindas nas baladas. Cheguei a conversar com ela umas três ou
quatro vezes e mesmo com aquele tom arrogante de patricinha mimada eu pude
notar nela um olhar pra lá de excitante.
Em uma noite de sábado estava eu
saindo para encontrar os meus amigos e irmos para a nossa azaração, até que o
meu telefone toca:
- ALÔÔÔÔ!
- Roberto, sou eu, a Ana Paula.
- A que devo a honra?
- PRECISO DE VOCÊ AQUI
IMEDIATAMENTE. O SISTEMA ESTÁ COM PROBLEMAS. NUNCA DEVERIA TER TE PROCURADO,
SEU INÚTIL!!!!
O clima tinha ficado ruim para
mim, a noite estava linda e prometia ser uma noitada daquelas, só que alguém resolveu
acabar com a minha noite, mas isso não ficaria barato (risos).
Cheguei na empresa e Ana Paula
estava sozinha. Tentei acalmá-la e até que não foi difícil. Passei quase uma
hora e meia e consegui resolver o problema dela. A verdade é que fiquei
excitado ao vê-la com aquela blusinha justa e uma saia curta que valorizavam
bastante aquela escultura que é o corpo da loira. Ela me disse que estava
cansada e logo pensei: é agora!
Convidei Ana Paula para jantar
comigo e ela de cara aceitou. Fomos no meu carro, pra minha sorte o carro dela
estava em reparos depois de uma belo acidente de trânsito. Fomos jantar em um
belo restaurante com mesas de madeira e que servia um bom vinho. Começamos a
conversar e aos poucos fui invadindo o espaço dela. Comecei a conversar mais de
perto, tocando em partes do seu corpo, segurei suas mãos e depois sentei ao seu
lado, podendo passar a mão naquela maravilha de cintura. Foi incrível como
aquela fera ficou bem mansinha. Comecei a ficar com o meu olhar direcionado aos
seus lábios enquanto minha mão acariciava a região entre as costas e a cintura
dela. Senti sua pele se arrepiando e foi aí que fingi que a beijaria. Encostei
meus lábios bem no cantinho da boca dela e dei um selinho. Ela se virou para me
beijar, mas me desviei e dei uma mordidinha na orelha dela. Fui abraçando
fortemente e aí resolvi beijá-la. Foi um beijo gostoso, lento, um beijo
molhado. Com uma mão eu a alisava carinhosamente e com a outra eu a agarrava de
um jeito selvagem, com pegada, tinha que fazer muito bem o meu papel de homem.
Senti que a tinha sob o meu domínio e a convidei para sairmos. Chamei o garçom
e paguei a conta.
Peguei o meu carro e antes de
entrarmos, encostei Ana Paula e segurei a cintura dela com as duas mãos. Pude
dar uma encostada de leve nas partes íntimas dela e senti um forte calor. Como
aquela não era uma mulher comum, dessas que eu conhecia nas baladas, resolvi leva-la
para minha casa. Fomos para a minha casa. Ela estava um pouco embriagada, levei
Ana Paula para o meu quarto. Por sorte haviam uns CD´s de músicas eróticas e
resolvi ligar o som para esquentar um pouco mais o nosso clima. Ana Paula me
empurrou para cima da cama. Comecei a beijar aquele mulherão em cima de mim.
Rasguei aquela blusinha justa, tirei o sutiã dela e passei a língua nos
biquinhos dos seus seios fartos. Mamei nos seios dela e apalpei aquela bunda
maravilhosa. Ana Paula era o tipo de mulher gostosa que faz com que qualquer
homem fique louco de tesão e eu à tinha ali na minha cama. Ela tirou minha
camisa e acariciou o meu peitoral, me dava mordidas leves no meu peito, lambia
meu abdômen, e passou a língua na minha calça, bem na região do meu pênis,
deixando ele pulsando de alegria. Desabotoei a minha calça, tirei o meu cinto e
o segurei na mão. Ela tinha que me pagar por ter sido arrogante comigo. Ela
abaixou a minha cueca e sua boca veio de encontro ao meu pênis que estava ereto
e duro como uma rocha. Senti o calor da sua boca molhada em um infinito
movimento de vai e vem. Peguei ela e joguei de quatro em cima da cama. Levantei
a sai dela e tirei a calcinha de lado. Levei minha língua até aquela vagina molhada,
era uma delícia, lisinha e rosada. Lambi, lambi e lambi aquela boceta quente e
deliciosa. Depois pensei em castiga-la um pouco.
Primeiro tirei toda a minha roupa
e a deixei de quatro empinando aquele bumbum escultural para mim e disse:
- Você foi um pouco malcriada
comigo, não foi?
- hum rum!
- Agora vai ter o seu castigo.
- Vai judiar de mim, tesão?
Apalpei aquele bumbum durinho
mais uma vez, dei um beijinho, e soltei a primeira cintada. Ana Paula gemia de
uma forma sem igual:
- Me bate, seu safado....
Apliquei outra cintada, depois
outra e depois mais outra. Dei alguns tapas no bumbum daquela loira e
perguntei:
- Vai se comportar direitinho
comigo?
- Sim!
- Venha até aqui e me chupe bem
gostosinho e devagar, se não vai apanhar outra vez.
- Quer bater na sua loira?
- Sim
Ana Paula começou a me lamber
outra vez, ela passava a língua na cabeça do meu pênis, ela deslizava a sua língua
até a parte inferior e subia outra vez. Arranquei a roupa dela e a deixei de
quatro. Comecei a penetrar levemente. Fui acelerando e ela ia rebolando. Ela
era muito boa na arte de fazer amor. Continuei penetrando ela e a coloquei
virada de frente. Eu estava em ritmo acelerado e ela fazia um gemido bem
gostoso. Seus cabelos loiros se espalharam pelo seu rosto e os olhos estavam
virados. Eu enfiava com força, e beijava na boca dela. Depois me deitei e
mandei ela cavalgar. Aquele rebolado era único, ela sentava com muita força, e
segurava aqueles seios durinhos e fartos com as duas mãos. Apalpei aquela bunda
grande dela e metia com mais força ainda. Comecei a ficar com vontade de
ejacular. Peguei a safada com agressividade e a joguei na cama. Abri suas
pernas e comecei a lamber a vagina dela como um monstro. Chupei aquela boceta
molhada até passar a vontade de ejacular. Depois a coloquei de lado e fizemos
amor bem agarradinho, beijando na boca e levando a minha língua naqueles seios
gostosos.
Fiquei virado para a frente dela
e acelerei outra vez, acelerei e penetrava com muita força, ela me agarrou e me
arranhou e falou:
- Mais rápido eu vou gozar, eu vou....
Logo em seguida foi a minha vez,
gozamos juntos. Foi uma delícia. Tive a sensação de ter saído do meu corpo por
alguns segundos e quando voltei parecia que a noite estava apenas começando.
Ficamos uma, duas, três, quatros
horas nos amando, até que fomos tomar um banho, fazer uma refeição leve e dormir.
Dormimos agarradinho, de
conchinha. Nossos corpos estavam em harmonia. E aquela Ana Paula arrogante que
eu havia conhecido anteriormente, parecia ter morrido e dado espaço a uma
mulher mais carinhosa, amável e safada. Estávamos cansados e precisávamos dormir.
Eu imaginei que poderia haver outras vezes com aquela mulher, mas isso só o
tempo iria me dizer. Acabamos dormindo sem sequer imaginar como seriam os
próximos dias a certeza é que tanto ela quanto eu, ficamos satisfeitos com o
que a noite nos proporcionou.
Eu dominei a fera, roubei e agora à tenho comigo, dormindo como um anjo.
CONTINUA.
Uauuuu!!!
ResponderExcluirExcelente conto,o narrador é fantástico eu investiria com certeza.
Obrigado! Logo estarei postando outras histórias.
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