Minha Prima: Paixão arriscada, amor eterno!
Em uma tarde de sábado, estava eu ali sentado no banco de uma praça abandonada, pensando em todas as decepções em que a vida me dera. Pensei nos meus amores perdidos, meus objetivos fracassados e todas as angústias e derrotas que tive. Eu estava solitário, meio que morto, sei lá, eu tinha uma certa semelhança com aquele jardim velho e esquecido que havia na praça. Fiquei pensando na minha vida durante horas, até que a noite caiu e trouxe com ela um leve frio. Então resolvi ir embora.
Ao chegar em minha casa, fui para o chuveiro tomar banho, até que o telefone toca. Corri desesperadamente, todo ensaboado para atender o telefone. Era o Marcos, um grande amigo de infância que estava vindo de outro estado a passeio com a sua família. Ele era casado com uma das minhas primas que convivi durante a infância, a Isabelle. Quando recebi a notícia, eu logo os convidei para que se hospedassem na minha residência, afinal minha casa é enorme, possui vários quartos, uma sala ampla com lareira, alpendre com vista privilegiada e eu morava só.
Passaram se dias e recebi Marcos, minha prima Isabelle e um sobrinho do casal que eles estavam criando, era o pequeno Lucas, um garotinho esperto e danado. Eu os recebi, conversamos bastante, relembramos da nossa infância, almoçamos e depois fomos assistir a um filme. Mais tarde antes de dormir combinamos de ir a praia no seguinte dia que seria domingo.
Chega a manhã de domingo e nos preparamos para passar o dia na praia. Fomos no meu carro. No meio da viagem Marcos me pergunta:
- Você não pensa em ter uma família?
- Isso é complicado de te dizer. Falei a ele.
- Mas como assim complicado? Você é jovem, vive sozinho em uma casa ampla e confortável. Você tem bom emprego.
- Não é fácil de te explicar, é uma situação bem desagradável.
Eu tentei fazer Marcos mudar de assunto, mas ele insistiu:
- Lembro que você se decepcionou ao terminar seu namoro com a Sara, mas isso já tem dez anos, ela vive com um homem que ela conheceu na faculdade e já tem dois filhos.
- Não é isso Marcos. Depois da Sara eu tive outros amores, mas não deu certo. Vamos mudar de assunto.
Isabelle logo interrompeu a conversa e em tom alegre e falou:
- Marcos para de maltratar o bichinho. Não vê que ele está triste. Vai fazer o coitadinho chorar. (risos).
- Isabelle, lembra quando vocês dois ficavam discutindo na infância e todos falavam que aquilo terminaria em casamento. Disse Marcos (risos).
- Isso era brincadeira, nunca poderia me casar com um primo, e pare já com essa brincadeira estúpida, afinal somos casado.
Todos nós demos muita risada. Resolvi ligar o som e seguimos a viagem ouvindo boa música.
Ao chegar na praia Marcos foi levar o pequeno Lucas ao banheiro em uma barraca onde ficamos. Eu não pude esperar muito tempo para entrar na água, pois o calor estava forte e o Sol bem quente. Isabelle ficou me olhando e dando risada, então a chamei para entrarmos na água. Ela tirou o short e a blusa e ficou somente de biquíni, então perguntei a ela:
- Vai entrar na água com os cabelos amarrados?
- Não. Mas não sei se devo entrar sem o Marcos por perto.
- Ele não deve demorar, só foi levar o Lucas ao banheiro. Respondi a ela.
- Mas ele está demorando.
- Ele deve ter ido levar o sobrinho pra tomar sorvete. Vamos entrar na água.
Ela soltou os cabelos, nesse momento o vento soprou em sua direção. Parecia estranho, mas naquele momento eu a enxerguei com outros olhos. Ela estava linda, senti meu coração gelado, querendo saltar pela boca, o meu corpo se paralisou, eu só conseguia observá la. Isabelle veio andando em minha direção e perguntou:
- O que foi meu primo?
- Mas o quê? Como assim? Eu... Mas você... é...
Ela sorriu, passou a suas mãos em meu rosto e disse:
- Calma! Nós somos primos e por isso não podemos...
Eu a interrompi e perguntei:
- Não podemos o quê?
- Você sabe do que estou falando. Eu vi a maneira como você me olhou, não se faça de bobo.
- Mas Isabelle, eu não disse nada.
- O seu olhar disse tudo. Eu amo você, mas esse amor é de uma irmã e além do mais eu já estou casada. Agora vamos entrar na água.
Naquele momento eu havia ficado sem chão, não sabia o que fazer diante daquela situação, pensei em respondê la, mas eu não tinha palavras, até que ela acariciou os meu ombros e me chamou para entrar na água. Começamos a caminhar na areia quente até que Marcos nos grita de longe, trazendo o pequeno Lucas agarrado em suas mãos.
Tomamos banho, Estava muito bom o domingo naquela praia, haviam várias pessoas, boa música, uma beleza deslumbrante e desigual. Fomos almoçar. Marcos quis beber cerveja, mas não pude acompanhá lo, pois eu estava dirigindo. Isabelle e Marcos haviam gostado muito do lugar, então disse a eles que deveriam conhecer uma cachoeira que ficava à uns quarenta e cinco minutos dali. Prometi levá los logo após o almoço.
Passou uma hora e batemos em retirada indo em direção a cachoeira. O tempo começou a mudar e de repente o celular de Marcos tocou. Ele recebeu a notícia de que o seu irmão mais novo, o pai do pequeno Lucas sofreu um acidente. Ele pediu desesperadamente para que voltássemos para minha casa. Voltamos para casa. Marcos pediu a Isabelle que ficasse em casa, ele iria levar o pequeno Lucas e voltaria dentro de dois ou três dias. Marcos fez suas malas e fomos levá los ao aeroporto. Já era final de tarde e estava chovendo muito, nos despedimos de Marcos e Lucas e voltamos para casa.
No meio do caminho Isabelle disse estar faminta. Já era noite. Perguntei a ela:
- Vamos a um restaurante?
- Sim, mas que tipo de restaurante?
- Sei lá, depende do que você estiver afim.
- Queria um ambiente agradável, onde eu pudesse me distrair um pouco, pois ainda estou abalada com a notícia do acidente. Disse ela.
- Olha! Vamos em casa, tomar um banho e depois saímos. Conheço um lugar bem legal, você vai gostar.
O tempo passou. Tomamos banho, nos arrumamos e resolvemos sair. Enquanto isso o tempo abriu e no céu apareceu a lua cheia, ela estava linda e trazia muita magia. Chegamos no local, era um belo restaurante, com artesanatos escupidos em madeira, mesas ao ar livre e música ao vivo. Jantamos, bebemos e conversamos e depois fomos embora. Quando estávamos no carro eu decidi conversar com Isabelle sobre o que havia acontecido na praia. Ela sorriu pra mim e disse que estava tudo bem. Insisti no assunto e perguntei:
- Você não se importa de ficar sozinha comigo?
- Não. Você é meu primo. Amo você como um irmão!
- Mas e o Marcos?
- O que tem o Marcos?
- Ele não se importa de você ficar aqui sozinha comigo?
- Ele confia em você. Mas por que você está me perguntando isso?
Fiquei quieto por um instante, continuei dirigindo e parei em um lugar pertinho da estrada, um local deserto e ao mesmo tempo magnífico. A lua estava cheia, dava pra ver o mar e sentir o vento soprar delicadamente. Então antes de Isabelle perguntar alguma coisa eu falei pra ela:
- Você ficou diferente desde o momento em que ficamos a sóis na praia.
- Como assim diferente? Eu já disse, você é meu primo.
- Sei disso, mas você sabe que eu vivo sozinho, sem amor, sem paixão, vivo morto por dentro e de repente você me ascende do nada.
Acariciei os cabelos dela e olhei profundamente nos seus olhos, meu coração gelava estranhamente, eu via os lábios dela tremendo e encostei, ela então disse com baixo tom de voz:
- Por favor não! Não faça isso! Nós só viemos passear na sua casa por quê o nosso relacionamento está em crise, estamos tentado voltar a nos entender.
- Você não sente mais nada por ele. Eu falei com a voz firme.
- Isso é assunto meu.
Então peguei nos seus cabelos e aproximei meu rosto ao dela e falei:
- Você está tão linda! Seus lábios são belos, você é uma deusa.
- Não faz isso comigo primo! Está me deixando...
Olhei dentro dos seus olhos e lhe roubei um beijo. Fiquei beijando ela durante alguns segundos, ela tentou resistir no início mas acabou se entregando em meus braços. Nos beijamos, trocamos carícias e depois fomos embora.
Ao chegar em casa ela me pediu para esquecer tudo o que havia acontecido, pois estava envergonhada, afinal, ela era casada. Eu ignorei todas as suas palavras, a agarrei e beijei novamente. Nos beijamos no sofá, e continuamos a nos beijar, até que ela se entregou todinha pra mim. Eu acariciei os cabelos dela, senti as suas delicadas mãos deslizando pelo meu corpo até que ela me empurrou e rasgou a minha camiseta, ela beijou e deslizou seus lábios molhados no meu peito. Nos abraçávamos, nos beijamos com tanta paixão que eu sentia o meu corpo queimando cada vez em que ela passava sua mãos.
Tirei o que havia sobrado a minha camiseta, tomei ela no meu colo e a levei para a escuridão do meu quarto. Agarrei ela por trás com uma forte pegada capaz de fazê la se arrepiar, cheirei ela atrás do seu pescoço, ela deitou sua cabeça sobre o meu ombro e eu beijei o pescoço dela, subi para o queixo e depois os lábios. Continuamos a nos beijar, tirei a roupa dela e me despi em sua frente. Ela me empurrou para a cama e se jogou por cima de mim, nos viramos, tirei seu sutiã e vi seus lindos seios, os mamilos dela estavam arrepiados, levei minha língua até eles e fui beijando a barriga dela, enquanto ela acariciava a minha cabeça. Tirei sua calcinha e comecei a lamber a sua parte íntima, ela disse que a minha boca estava quente, a ponto de queima la de desejo e de paixão, ela abria suas lindas pernas e se mostrava excitada, me puxou para cima novamente subi beijando o seu umbigo, lambendo seus lindos seios, soprando o vapor quente da minha respiração em seu pescoço e nos beijamos, até que eu a penetrei suavemente. Ela me agarrou e disse estar no paraíso.
Pela vidraça da janela a luz da lua invadia o quarto e nos presenteou com todo seu charme. Eu continuei penetrando ela, e fui aumentando o ritmo, e penetrava profundamente. Ela gemia com uma voz doce que expressava desejo e prazer. Nos viramos, ela ficou deitada por cima de mim e eu continuei penetrando fortemente e ao mesmo tempo eu acariciava e lambia os seus seios. Mudamos de posição outra vez, até que tive o primeiro orgasmo. Continuamos com muito prazer, tive vários orgasmos, até que o clarão do dia invadiu a janela do meu quarto. Fomos tomar banho e dormimos juntinho.
Quando foi mais tarde um pouco ela se levantou e encontrou a cama vazia, se dirigiu ao banheiro, escovou os dentes e foi até a cozinha. Eu havia preparado o café da manhã pra ela e comprei algumas coisas na padaria da esquina. Fomos tomar café. A mesa estava farta. Haviam pães, sucos, torradas, bolo de laranja, biscoitos, chocolate quente, etc.
Convidei ela para ir comigo até a cachoeira. Ao chegar no local, ela se encantou com tamanha beleza olhou nos meus olhos e me beijou como se fosse o ultimo beijo da sua vida. Tomamos banho, nos divertimos, nos beijamos muito durante o dia todo. Já eram quase cinco da tarde e não havíamos almoçado. Decidimos ir embora. Fomos pra casa, nos beijamos muito, tomamos banho e ela se ofereceu a ir no supermercado fazer compras para o jantar e depois iria ao salão de cabeleireiro. Assim em que ela saiu decidi a fazer uma surpresa. Arrumei todo o meu quarto rapidamente e depois eu fui a uma floricultura que havia próximo de casa. Comprei rosas vermelhas.
Já era noite e Isabelle havia feito o jantar. Ela fez algo bem romântico e a luz de velas. Fui até a minha pequena adega e trouxe uma garrafa do melhor que vinho que eu tinha. Jantamos, conversamos um pouco. Não resisti e beijei a começamos a nos amar na cozinha até que parei e a levei para o meu quarto com um venda sobre os seus olhos. Quando chegamos tirei a venda dos olhos de Isabelle e ela ficou bestificada com a decoração. Haviam velas aromáticas pelo quarto, pétalas de flores por cima da cama. Nos beijamos, ela me tirou a camiseta novamente. Me beijava do abdômen ao peito, me agarrava e me beija loucamente. Eu comecei a tirar suas roupas deixei ela nua. Ela me olhava com um lindo sorriso no seu rosto e me disse:
- Sou toda sua meu amor! Faça o que você quiser comigo.
Beijei os pés dela e fui subindo lentamente. Abria as suas pernas e comecei a passar a língua em suas partes íntimas, ela gemia suavemente. e eu continuei, sentia aquela parte do corpo dela toda lambuzada e não era apenas a minha saliva. Ela mandou eu continuar, e obedeci a sua ordem. Depois fui subindo e lambia os seus belos seios fartos, parecia estar no paraíso. Ela falou bem baixinho no meu ouvido:
- Faz tudo comigo. Você é o homem que eu quero pra vida inteira.
Ela me abraçou e começou a beijar, passou seus pés em minhas panturrilhas e sorriu descaradamente para mim. Eu fiquei excitado e a penetrei com todo tesão que um homem pode ter e um pouco mais, eu a penetrava e ela gemia, gemia e gemia. Deitei ela de frente pra mim, coloquei suas pernas em meus ombros e a penetrei com força, ela gemia bem alto, me chamava de amor e pedia pra eu continuar, até que eu falei que ia ter um orgasmo, ela então segurou os seus seios, olhou nos meus olhos e pediu:
- Goza bem gostoso meu amor!
Não resisti aquilo, acabei gozando bem gostoso, e ela sorria e pedia sempre mais. Nos amamos a noite toda mais uma vez. O dia nasceu e fizemos amor em baixo do chuveiro, na cozinha, na sala, no chão, em cima da mesa, nos amamos muito, mas muito mesmo.
Passaram se alguns dias e Marcos resolveu voltar. Ele voltou sozinho e trouxe boas notícias a respeito do seu irmão. Isabelle me chamou no canto e me pediu para aguardar alguns dias por que ela iria pedir a separação para Marcos.
Os dois ficaram por mais alguns dias, e a minha Isabelle havia ficado bem fria com o seu marido. Haviam momentos em Marcos nos olhava desconfiadamente, mas não falava nada. Depois de alguns dias os dois resolveram ir embora, Marcos foi tomar banho antes de viajar, enquanto isso Isabelle me agarrou e começou a me beijar, quase fizemos amor outra vez. Ela me pediu pra esperá la de volta. Depois de uma hora os dois partiram.
Passado um mês Isabelle me liga pra dizer que tudo deu certo, mas não havia contado para Marcos qual foi o motivo da separação, ela me pediu para esperá la no aeroporto e fui correndo. Ela desembarcou e fomos direto para um motel. Fizemos de tudo, fizemos amor na banheira, na cama, no chão. Bebemos champanhe, e ficamos deitados por alguns minutos.
Nós sabíamos que viveríamos juntos pelo resto da vida, fazendo amor sempre, afinal os nossos corpos e almas foram feitos um para o outro, mas o que não sabíamos era se a nossa família iria aceitar o nosso relacionamento. E Marcos que foi meu amigo de infância? Será que ele iria reagir como ao saber da traição? E nossos filhos seriam deficientes por eu e Isabelle sermos primos? Decidimos deixar essas questões para serem resolvidas depois e fomos fazer mais e mais amor.
FIM.


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