sábado, 27 de fevereiro de 2016

Prazeres de um Homem - Parte um


Parte um

Depois de um ano que eu havia começado os meus negócios, finalmente as coisas estavam fluindo bem para mim. Me chamo Roberto, moro sozinho em uma bela casa, tenho trinta e cinco anos, tenho um metro e oitenta e cinco de altura, corpo atlético, cabelos e olhos castanhos, pele clara e trabalho com desenvolvimento de sistemas para diversas empresas.
Manhã ensolarada de terça-feira, era primavera. Eu havia acordado as seis da manhã para fazer as minhas atividades físicas antes de mais um dia de trabalho. Eu havia acordado com a sensação de que teria um dia maravilhoso pela frente.
Cheguei em casa todo suado, com a mente e com o corpo energizados, naquela sensação de leveza, mesmo depois de duas semanas sem saber o que era uma noite de amor, pois havia terminado o meu noivado fazia meses e dali então passei os meus finais de semana como um bom baladeiro. Jogando o jogo da sedução, sendo rejeitado por lindas mulheres mas também adorado por outras e a minha noite com as adoradoras geralmente terminava na cama. Não é querendo me gabar, mas na nossa turma eu era quem mais levava jeito com as mulheres, isso pelo fato de saber conversar e me entrosar em diversos grupos nas baladas.
Tomei um banho frio, me arrumei para mais um dia de trabalho, li algumas notícias, tomei o meu café da manhã e finalmente despedi da mulher que trabalha na minha casa e entrei no meu carro.
O trânsito estava bastante engarrafado, mas com um dia tão lindo como aquele eu não iria me chatear só por que eu estava parado no trânsito. Liguei o som e coloquei músicas alegres para tocar dentro do carro, até que o meu telefone tocou:
- Bom dia sou a Ana Paula, gostaria de falar com o Roberto.
Eu em um tom bem alegre e ao mesmo tempo educado respondi:
- BOM DIIIIIIIAAA ANA PAULAAAAAAA!!! Eu sou o Roberto. Pode falar.
- Olá Roberto! Peguei o seu contato através de um amigo que me indicou os seus serviços, aliás preciso deles urgente.
- Tudo bem. Estarei livre à tarde. Podemos agendar uma visita na sua empresa.
- Mas porque só a tarde? Eu preciso de você o mais rápido possível.
- Preciso que tenha um pouco de calma. Primeiro me mande o seu endereço. Depois eu ligo na empresa e converso com alguém avisando que eu vou precisar chegar um pouco mais tarde.
- Ai. Está bom então. Mas vê se não demore.
                Anotei o endereço da empresa da Ana Paula e mudei a rota que eu estava fazendo. Essa Ana Paula tinha uma voz linda, bem feminina, porém se mostrou um pouquinho arrogante, mal-educada, mas isso não importava, pois, negócios são negócios.
                Depois de quarenta e cinco minutos finalmente cheguei na empresa. Ficava em um prédio moderno e bem amplo. Deixei o meu carro no estacionamento e depois me dirigi até a portaria para comunicar a minha chegada. A recepção do prédio autorizou a minha entrada e então fui para o décimo quinto andar, onde ficava a empresa da chata da Ana Paula (risos). Toquei a campainha e fui recebido por uma moça jovem da qual não me recordo o nome.
A empresa ficava em uma sala bem ampla, com ar-condicionado, vários quadros nas paredes, mesas com computadores espalhadas pela sala, alguns toques femininos na decoração, e uma linda vista pela vidraça. Mas o ar era tenso. Notei que só haviam mulheres. Seis mais precisamente e pareciam atrapalhadas. Havia uma mulher loira em uma mesa grande. Aliás, um pedaço de mal caminho. Ela estava vestida com roupa social, camisa clara, uma saia preta, meia calça, sapatos pretos, usava óculos, tinha um colar pequeno que abraçava o seu pescoço e no braço estava um belo relógio. Eu não conseguia tirar os olhos dela, e logo a moça que me atendeu se dirigiu até a mesa da mulher loira e anunciou a minha chegada. Essa loira era a Ana Paula, que apesar de ter me apressado para que eu chegasse rápido na empresa, fez pouco caso e pediu para a moça falar que eu deveria aguardar. Me sentei e esperei cerca de dez minutos até que Ana Paula viesse conversar comigo.
Não vou entrar em detalhes sobre a nossa conversa, mas conversamos bastante. Foi bastante complicado explicar sobre o meu trabalho para uma mulher que apesar de muito gata, era arrogante e também burra. Fiquei mesmo foi louco para pegar aquela mulher e levar para a minha casa e cuidar dela direitinho para deixa-la bem calma e educada (risos).
Dois meses se passaram desde que vi Ana Paula pela primeira vez, andei pensando muito nela, apesar de eu ter pego várias mulheres lindas nas baladas. Cheguei a conversar com ela umas três ou quatro vezes e mesmo com aquele tom arrogante de patricinha mimada eu pude notar nela um olhar pra lá de excitante.
Em uma noite de sábado estava eu saindo para encontrar os meus amigos e irmos para a nossa azaração, até que o meu telefone toca:
- ALÔÔÔÔ!
- Roberto, sou eu, a Ana Paula.
- A que devo a honra?
- PRECISO DE VOCÊ AQUI IMEDIATAMENTE. O SISTEMA ESTÁ COM PROBLEMAS. NUNCA DEVERIA TER TE PROCURADO, SEU INÚTIL!!!!
O clima tinha ficado ruim para mim, a noite estava linda e prometia ser uma noitada daquelas, só que alguém resolveu acabar com a minha noite, mas isso não ficaria barato (risos).
Cheguei na empresa e Ana Paula estava sozinha. Tentei acalmá-la e até que não foi difícil. Passei quase uma hora e meia e consegui resolver o problema dela. A verdade é que fiquei excitado ao vê-la com aquela blusinha justa e uma saia curta que valorizavam bastante aquela escultura que é o corpo da loira. Ela me disse que estava cansada e logo pensei: é agora!
Convidei Ana Paula para jantar comigo e ela de cara aceitou. Fomos no meu carro, pra minha sorte o carro dela estava em reparos depois de uma belo acidente de trânsito. Fomos jantar em um belo restaurante com mesas de madeira e que servia um bom vinho. Começamos a conversar e aos poucos fui invadindo o espaço dela. Comecei a conversar mais de perto, tocando em partes do seu corpo, segurei suas mãos e depois sentei ao seu lado, podendo passar a mão naquela maravilha de cintura. Foi incrível como aquela fera ficou bem mansinha. Comecei a ficar com o meu olhar direcionado aos seus lábios enquanto minha mão acariciava a região entre as costas e a cintura dela. Senti sua pele se arrepiando e foi aí que fingi que a beijaria. Encostei meus lábios bem no cantinho da boca dela e dei um selinho. Ela se virou para me beijar, mas me desviei e dei uma mordidinha na orelha dela. Fui abraçando fortemente e aí resolvi beijá-la. Foi um beijo gostoso, lento, um beijo molhado. Com uma mão eu a alisava carinhosamente e com a outra eu a agarrava de um jeito selvagem, com pegada, tinha que fazer muito bem o meu papel de homem. Senti que a tinha sob o meu domínio e a convidei para sairmos. Chamei o garçom e paguei a conta.
Peguei o meu carro e antes de entrarmos, encostei Ana Paula e segurei a cintura dela com as duas mãos. Pude dar uma encostada de leve nas partes íntimas dela e senti um forte calor. Como aquela não era uma mulher comum, dessas que eu conhecia nas baladas, resolvi leva-la para minha casa. Fomos para a minha casa. Ela estava um pouco embriagada, levei Ana Paula para o meu quarto. Por sorte haviam uns CD´s de músicas eróticas e resolvi ligar o som para esquentar um pouco mais o nosso clima. Ana Paula me empurrou para cima da cama. Comecei a beijar aquele mulherão em cima de mim. Rasguei aquela blusinha justa, tirei o sutiã dela e passei a língua nos biquinhos dos seus seios fartos. Mamei nos seios dela e apalpei aquela bunda maravilhosa. Ana Paula era o tipo de mulher gostosa que faz com que qualquer homem fique louco de tesão e eu à tinha ali na minha cama. Ela tirou minha camisa e acariciou o meu peitoral, me dava mordidas leves no meu peito, lambia meu abdômen, e passou a língua na minha calça, bem na região do meu pênis, deixando ele pulsando de alegria. Desabotoei a minha calça, tirei o meu cinto e o segurei na mão. Ela tinha que me pagar por ter sido arrogante comigo. Ela abaixou a minha cueca e sua boca veio de encontro ao meu pênis que estava ereto e duro como uma rocha. Senti o calor da sua boca molhada em um infinito movimento de vai e vem. Peguei ela e joguei de quatro em cima da cama. Levantei a sai dela e tirei a calcinha de lado. Levei minha língua até aquela vagina molhada, era uma delícia, lisinha e rosada. Lambi, lambi e lambi aquela boceta quente e deliciosa. Depois pensei em castiga-la um pouco.
Primeiro tirei toda a minha roupa e a deixei de quatro empinando aquele bumbum escultural para mim e disse:
- Você foi um pouco malcriada comigo, não foi?
- hum rum!
- Agora vai ter o seu castigo.
- Vai judiar de mim, tesão?
Apalpei aquele bumbum durinho mais uma vez, dei um beijinho, e soltei a primeira cintada. Ana Paula gemia de uma forma sem igual:
- Me bate, seu safado....
Apliquei outra cintada, depois outra e depois mais outra. Dei alguns tapas no bumbum daquela loira e perguntei:
- Vai se comportar direitinho comigo?
- Sim!
- Venha até aqui e me chupe bem gostosinho e devagar, se não vai apanhar outra vez.
- Quer bater na sua loira?
- Sim
Ana Paula começou a me lamber outra vez, ela passava a língua na cabeça do meu pênis, ela deslizava a sua língua até a parte inferior e subia outra vez. Arranquei a roupa dela e a deixei de quatro. Comecei a penetrar levemente. Fui acelerando e ela ia rebolando. Ela era muito boa na arte de fazer amor. Continuei penetrando ela e a coloquei virada de frente. Eu estava em ritmo acelerado e ela fazia um gemido bem gostoso. Seus cabelos loiros se espalharam pelo seu rosto e os olhos estavam virados. Eu enfiava com força, e beijava na boca dela. Depois me deitei e mandei ela cavalgar. Aquele rebolado era único, ela sentava com muita força, e segurava aqueles seios durinhos e fartos com as duas mãos. Apalpei aquela bunda grande dela e metia com mais força ainda. Comecei a ficar com vontade de ejacular. Peguei a safada com agressividade e a joguei na cama. Abri suas pernas e comecei a lamber a vagina dela como um monstro. Chupei aquela boceta molhada até passar a vontade de ejacular. Depois a coloquei de lado e fizemos amor bem agarradinho, beijando na boca e levando a minha língua naqueles seios gostosos.
Fiquei virado para a frente dela e acelerei outra vez, acelerei e penetrava com muita força, ela me agarrou e me arranhou e falou:
- Mais rápido eu vou gozar, eu vou....
Logo em seguida foi a minha vez, gozamos juntos. Foi uma delícia. Tive a sensação de ter saído do meu corpo por alguns segundos e quando voltei parecia que a noite estava apenas começando.
Ficamos uma, duas, três, quatros horas nos amando, até que fomos tomar um banho, fazer uma refeição leve e dormir.

Dormimos agarradinho, de conchinha. Nossos corpos estavam em harmonia. E aquela Ana Paula arrogante que eu havia conhecido anteriormente, parecia ter morrido e dado espaço a uma mulher mais carinhosa, amável e safada. Estávamos cansados e precisávamos dormir. Eu imaginei que poderia haver outras vezes com aquela mulher, mas isso só o tempo iria me dizer. Acabamos dormindo sem sequer imaginar como seriam os próximos dias a certeza é que tanto ela quanto eu, ficamos satisfeitos com o que a noite nos proporcionou.
Eu dominei a fera, roubei e agora à tenho comigo, dormindo como um anjo. 




                                                                                                                         CONTINUA.

2 comentários:

  1. Uauuuu!!!
    Excelente conto,o narrador é fantástico eu investiria com certeza.

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  2. Obrigado! Logo estarei postando outras histórias.

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