sexta-feira, 4 de março de 2016

História de uma mulher


História contada por uma mulher que estava vivendo muito tempo sob stress pelo fato de não fazer amor, mas que encontrou o cara ideal que mudou a sua forma de ver a vida.



Ser uma mulher solteira que vive sozinha em uma cidade grande, dentro de uma casa grande e cheia de compromissos não é fácil. Imagine só, ter de cuidar de tudo sozinha, solteiríssima e sem nenhum homem para chamar de meu amor. Desse jeito acabo ficando maluca e para eu me livrar da solidão e do stress, somente saindo para fazer algumas comprinhas pela cidade. Sou uma mulher solteira, sou branca, estatura média, corpo em forma, sexy a ponto de fazer os homens perderem o controle e estou precisando muito conhecer algum homem que seja diferente de todos os outros que já conheci.
Estava eu saindo do shopping center, após mais uma daquelas tardes de compras e mais compras, passando por quase todas as lojas que apareciam na minha frente. Comprar, comprar e comprar. Gastar dinheiro, estourar os meus cartões de crédito. O meu lema é: Comprar ou amar. Como não estava amando a solução mesmo era fazer compras.
Depois da série de compras fui para a saída do shopping. Estava eu, cheia de sacolas pesadas, levando roupas, sapatos, cosméticos e muito mais coisas que você possa imaginar. Precisava de um táxi para me levar até a minha casa.
 Fui a procura de um táxi e acabei pegando um táxi com um motorista, lindo. Ele era um gatão, desses que só temos o privilégio de ver quando assistimos aos filmes de Hollywood. Dei o sinal para ele. Entrei no táxi e o motorista me ajudou com as sacolas. Ele perguntou:
- Aonde a senhorita deseja ir?
Aquela voz era magnífica. Voz de sedutor, locutor, anjo ou sei lá o quê. Eu de cara logo falei em pensamento:
- Com você eu gostaria de ir ao paraíso.
Mas simplesmente dei o meu endereço para ele. E partimos.
O trânsito estava engarrafado. Como sempre é claro. Afinal era sábado e sempre o trânsito virava um caos nas tardes do fim de semana naquela região. Mas dentro do carro a situação era diferente do trânsito, não havia nenhum pouquinho de caos. Ele me olhava, pelo retrovisor e até então não havíamos conversado. Era impressionante a forma que ele fixou o olhar em mim. Eu não achei ruim. Nem um pouquinho, mas não seria eu quem deveria tomar a iniciativa de puxar uma boa conversa, então resolvi causar um pouquinho mais de desejo nele. Fiquei mexendo nos meus cabelos, me maquiando e aproveitei que o carro era espaçoso para cruzar as minhas lindas pernas.
Seu rosto havia mudado de cor e finalmente ele puxou conversa:
- Está calor hoje, não acha?
Aquela voz era magnífica. Não sei o porquê daquele mal caminho todo ser um taxista, já que o mesmo seria um grande galã de cinema. Confesso, eu fiquei louca de tesão por ele e resolvi me abrir um pouquinho mais.
- Sim. Hoje está muito quente. - Respondi.
- Sinceramente. Eu gostaria de estar em algum restaurante na beira do mar, em um tempo como esses. Queria estar tomando umas cervejas, comendo frutos do mar e me destraindo.
- Sério? Que legal. Sabe? Não seria má idéia. Eu bem que gostaria de estar fazendo o mesmo. Quem sabe a gente não possa nos conhecer melhor e fazer isso qualquer dia desses.
Ele mostrou um sorriso torto e perguntou:
- A senhorita sairia comigo?
- E por que não? Afinal, qual o seu nome?
- Me chamo Victor. Você é a....?
- Fernanda.
- Belo nome. E a sua idade?
- Tenho 28 anos.
- Ainda muito jovem. O que uma moça tão bela como você faz andando por aí sozinha?
- Como assim por aí? Eu só saí para fazer umas comprinhas e não estou sozinha. Estou com você.
- Ah! Assim não conta. Você é a minha passageira.
- Já que é assim...

Não sei exatamente o porquê, mas eu estava ne sentindo muito confortável conversando com o Victor. Aproveitei que estávamos parados no trânsito e resolvi descer do carro para me sentar no banco do carona. Acabei me abrindo muito mais do que eu deveria, mas nem me dei conta.
Eu estava sendo acariciada pelas mãos de homem do Victor, ele sabia acariciar como homem nenhum nesse mundo. Eu me sentia como se estivesse no espaço, meu corpo se arrepiava, me coração ficou acelerado, parecia que estava saindo pela minha boca. Meus lábios tremiam e um fogo se ascendeu dentro de mim. A única reação que tive foi de soltar o cinto de segunça e me jogar em cima daquele pecado humano e beijá-lo, ali mesmo.
Nos beijamos. Eu fui agarrada de um jeito único, sentia aquele cheiro maravilhoso de perfume masculino, sentei no colo dele e senti o pênis duro como uma pedra. Eu rebolei, e segurei os meus seios grandes e durinhos para deixa-lo louco.
Depois de muitos beijos e amassos o trânsito começou a fluir e fui eu quem tomei a iniciativa de chamá-lo para ir em um motel.
Fomos em um motel legal, bem pertinho de onde estávamos. Eu não sabia o que estava acontecendo comigo. Perdi o controle de mim mesma e agarrei o Victor pelo pescoço, arranquei a camisa dele, sem ao menos desabotoar e comecei a beijar aquele peitoral sexy, musculoso. Deslizei as mãos sobre o seu abdômen malhado e depois passei a língua.
Eu tentei deixá-lo louco, mas foi ele quem me dominou. Me agarrou por trás, cheirando a minha nuca, mordendo a minha orelha, me arranhando com a barba e me agarrado com pegada de homem de verdade. Ele esfregava em minha bundinha, me abraçou forte com um braço pela cintura, enquanto a outra mão deslizava pelas minhas coxas até o momento em que começou a passar o dedo na minha vagina.
Fiquei toda molhadinha. Fui pega no colo e jogada na cama por um animal feroz e cheio de apetite. Ele abriu as minhas pernas e começou a lamber a minha vagina. Sua língua é muito gostosa. Enquanto eu era lambida eu alisava as suas costas, sua cabeça e me delirava de um mar de tesão.
Parecia que eu iria gozar na boca do Victor, mas ele parou de me lamber e começou a bater no meu bumbum. Depois me segurou pelo pescoço com as duas mãos e me fez chupar o pênis dele. Eu lambia, corria a língua da cabeça até em baixo e depois subia outra vez. Eu chupei, chupei e chupei até o momento em que fui penetrada. Fui colocada de quatro, virada de frente para o espelho e a visão daquilo tudo era incrível. Ele dizia o quanto meu bumbum era gostoso. Que nunca havia ficado com uma bunduda com eu. Ele metia muito forte, a ponto de me fazer gritar.
O ritmo estava acelerado, forte e bem frenético. Os meus cabelos eram puxados, com violência. Aquilo era dolorido e ao mesmo tempo era bem instigante. Sentindo aquele pênis grande e duro penetrando a minha vagina, numa velocidade surpreendente parecendo até que iria me dividir ao meio. Victor me colocou deitada de frente para ele. Me lambeu outra vez e voltou a meter com muita força. Ele lambia meus mamilos e me bombava forte. Comecei a arranhar as costas dele. Tentei agarrar ele com as minhas coxas gostosas, mas as minhas pernas adormeceram e fui metralhada por um pênis sem um pingo de piedade.
Depois ele se deitou de barriga para cima e pediu para eu rebolar. Achei que poderia dominá-lo agora. Outra vez fiquei enganada. Comecei a cavalgar, rebolar, segurar os meus seios, mas ele agarrou a minha bunda e começou a bombar bem forte. Eu gemia bastante. Perdi os meus sentidos até que não resisti e gozei muito gostoso. Eu gritei dizendo que ia gozar e foi aí que quase morri.
Passou alguns minutos foi a vez dele de gozar bem forte e ficar louco. Foi uma transa inesquecível para uma mulher solteira. Tomamos banho, nos vestimos e ele me deixou em casa.
Depois desse dia saí com ele mais umas três vezes e não o vejo faz algum tempo. Não quero mais permanecer solteira, nunca mais. Pois fiquei muito tranquila, nunca mais me estressei depois de fazer amor bem gostoso assim. Espero sempre ter sorte de encontrar homens bons no meu caminho.



FIM

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