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quarta-feira, 29 de agosto de 2018
domingo, 11 de março de 2018
Doce veneno
DOCE VENENO
PARTE 1
O mundo é cheio de surpresas,
cheio de um vai e vem infinito e muitas vezes intenso. Como adivinhar o que a
vida nos reserva? Sinceramente, não existe como, a não ser que recebamos uma
mensagem divina.
Em meio de uma grande cidade, se
passa diariamente milhares de histórias dentre elas existem histórias boas, e
outras nem tanto assim e é a segunda que irei falar hoje. Como saber se aquela
atração que um homem sente por uma mulher pode ou não levar até um bom caminho
com direito a um final feliz? É como muitas pessoas dizem: “a vida é uma
caixinha de surpresas”.
O dia se iniciou. Sol, calor,
tempo aberto. Seria um dia perfeito para curtir uma bela praia no final de
semana, mas, era segunda feira. Aos poucos a frente da universidade foi tomada por
pessoas, parecia ser um dia normal, e realmente era, mas não para o novo
professor de matemática, Eduardo.
Não irei contar a história de
Edu. Ele foge um pouco dos padrões dos tradicionais professores de matemática.
Tinha uma aparência jovem apesar dos seus trinta e seis anos de idade, corpo
atlético, mas não era tão musculoso. Media um metro e oitenta centímetros de
altura, era branco, usava corte de cabelo social, barba cerrada e vestia roupas
simples. Era sempre comum vê-lo de camiseta escura, gola V, sem estampas. Calça
jeans modelo slim, e sapatênis de couro. Usava relógio no braço esquerdo e uma
corrente de ouro bem discreta. Ele sempre mostrava um sorriso no rosto e aquilo
despertava algo nas mulheres. Quando o assunto era política ele sempre falava que
era conservador, e o legal é que não conseguia ser um homem considerado chato
quando falava sobre assuntos polêmicos. As mulheres morriam de curiosidade para
saber sobre o estado civil do professor.
Ao sair do estacionamento da
universidade, Edu foi caminhando tranquilamente em direção ao prédio onde ele
leciona. As mulheres morriam de atração pelo professor Edu. Ao passar por elas,
Edu sempre abria um sorriso no rosto acompanhado de um bom dia. Havia uma aluna
misteriosa para alguns. Ela estava sozinha, tinha um olhar sedutor e ao mesmo
tempo misterioso. Quando ela andava, parecia que o tempo parava. Era jovem,
medindo um metro e sessenta e cinco centímetros de altura. Os seus cabelos
lisos e castanhos se moviam como uma dança fascinante e apaixonante. Ela tinha
um corpo lindo, proporcional à sua altura. Seus olhos pareciam feitos do mais
saboroso mel. Sua pele era extremamente linda, branca com um leve bronzeado.
Seus olhos eram perfeitos, um pouco grandes, sem nenhum exagero. Seu nariz era
lindo e os lábios, uma maravilha que parecia ter sido desenhados a mão. Era uma
mulher que não mostrava nenhum defeito.
Edu, continuou andando. Lá estava
essa maravilha de mulher, com um olhar ardente, com o rosto expressando
seriedade e de repente ela caminha rumo a Edu. E no meio ao som das pessoas,
risadas, passos, soa no ar uma voz doce:
- Bom dia! Você é o novo professor de matemática? –
Perguntou a moça.
- Bom dia! Sou eu sim. Me chamo Eduardo. E o seu nome é....-
disse Edu, mas foi interrompido.
- Melissa.
Melissa, deu uma olhada nos olhos
de Edu e saiu em retirada. Cada passo que ela dava, parecia um desfile sensual.
Edu, se sentiu meio bobo. Foi seduzido e sentiu atração pela... gostosa,
afinal, qual homem não sentiria? Foi um momento rápido e ao mesmo tempo profundo.
Edu sabia que ele deveria manter
a ética e não se relacionar com nenhuma aluna, por mais linda que fosse e
decidiu não se iludir, mas ela era Melissa, ela era um mundo a ser explorado.
Passados alguns dias Edu se
preparava para ir embora, ao abrir a porta do seu carro, uma surpresa. Melissa
estava lá, a sua espera. Usando uma roupa bem coladinha a ponto de deixar
qualquer homem louco. Edu não sabia o que estava acontecendo, ficou surpreso,
nervoso, ficou fora de si.
- Mas o que está acontecendo? – Perguntou Edu.
- Estou te esperando, vamos sair
para beber alguma coisa. - Falou Melissa.
Por algum tempo Edu parou. Pensou
não sabia o que fazer e pediu que ela se retirasse do seu veículo. Mas Melissa
sabia muito bem mexer com o lado psicológico de um homem, além de ser dona de
uma beleza exuberante, também possuía habilidades que poucas mulheres nesse
mundo possuem. Edu não resistiu e saiu com Melissa.
Os dois foram até um PUB. No meio
de caminho Melissa começou a fazer o seu jogo de sedução. Primeiro foram
conversando, enquanto ela de pernas cruzadas (pernas bem torneadas) refazia a
maquiagem no rosto e aplicou um batom vermelho, da cor da paixão. Ao conversar,
ela fazia um biquinho sedutor, e sempre aquele olhar no fundo dos olhos, um
olhar que parecia estar pedindo uma noite ardente de muito amor.
Ao chegarem no PUB, Edu foi
buscar cervejas para os dois. Sentaram em sofás diferentes, um de frente para o
outro. Conversaram, ouviram música e de repente Melissa invade o sofá de Edu.
Os dois pararam no tempo, olhando um nos olhos do outro. Edu, deu uma leve
suada, sentiu seu coração saindo pela boca, mudou de cor, não aguentou e roubou
o beijo daquela jovem safada, com ele estava. O calor foi enorme que Edu não se
conteve e teve a sua primeira ereção. Ao terminar o beijo, o celular de Melissa
toca. Ela não quis atender a ligação. Melissa sorriu e disse que deveria ir
embora.
- Mas como assim? - Perguntou Edu.
- Você já vai?
- Sim. Respondeu Melissa.
Melissa anotou o número do
telefone dela entregou para Edu e se despediu com um selinho. Ao sair ela fez
mais um desfile.
Edu não sabia o que fazer. Ele
continuou no local, tomou mais algumas cervejas e tentou se entrosar num
daqueles grupos de amigos que ali estavam. Ele era um homem muito atraente,
desapertou o interesse de algumas mulheres e foi lá que ele conheceu Felipa.
Felipa era uma mulher de vinte oito anos de idade, mas aparentava ter vinte e
dois. Ela era branca de cabelos loiros e lisos, com franja na frente, lábios
carnudos, cheirosa, tinha uma voz de locutora de rádio e parecia ser uma mulher
de bem. Edu levou um bom papo com Felipa (não irei entrar em detalhes), Mais
uma vez ele teve a iniciativa de beijar. Felipa tinha um belo sorriso, era uma
mulher bem simpática. Edu ainda estava sob o tesão de Melissa, mas tentou
apagar aqueles sentimentos através de um relacionamento com outra mulher. Edu
troca mais alguns beijos e convida Felipa para sair do local e prometeu deixar
ela em casa. Felipa aceitou o convite e Edu a levou para um motel.
Levemente embriagados, os dois
decidiram tomar um banho. Edu, foi beijando Felipa, mordendo os seus lábios e
as suas orelhas, deixou Felipa arrepiada e ardente do calor vindo de Edu. Em
seguida foram para a banheira, tomaram um banho bem gostoso. Edu saiu e levou
Felipa para acama do quarto do motel. Ele começou beijando ela, que sentia um
forte calor e se entregou de vez para Edu. Em alguns momentos Edu se lembrava
de Melissa, mas rapidamente se concentrava em Felipa que também era linda. Ele
começou lambendo os seios de Felipa e voltava para os lábios. Aos poucos foi
deslizando a língua para o umbigo, em seguida chegou na vagina que era bem
linda, perfeita, rosadinha e raspada. Ele lábia a vagina da Felipa de forma
carinhosa, deslizava a língua pelo clitóris, enquanto ela ficava louca. Felipa
era dona de um gemido único, que era capaz de encantar qualquer homem, e o
melhor de tudo é que as suas qualidades passavam bem longe de serem vulgares.
Edu, se deitou na cama e colocou Felipa para sentar próximo ao seu rosto. Ela
esfregava levemente a vagina molhadinha sobre a sua boca. O cara ficou louco de
tanto tesão e teve uma ereção que deixou o seu pênis como uma rocha. Felipa não
quis retribuir o presentinho oral, mas Edu entendeu.
Edu voltou a beijar Felipa que
estava louca de tesão. Ele colocou o preservativo e deu início a penetração na
posição de papai e mamãe. Ele finalmente havia esquecido (a gostosa) Melissa.
Edu penetrou devagar, e aos
poucos foi aumentando a velocidade. A vagina de Felipa era macia, estava bem
quentinha e molhada. Ela pedia para ele enfiar mais forte e gemia como ninguém
com aquela voz maravilhosa. Edu resolveu colar tudo nela. Ao receber cada vez
com mais força, Felipa gemia gostoso e virava os seus olhos. Edu ao ver Felipa
se deliciando recebeu dose extra de tesão e decidiu mudar de posição. Ele
deitou e pediu para que Felipa Sentasse de frente para ele. Ela começou a
cavalgar segurando seus seios rosados e olhava nos olhos de Edu que estava se
segurando para não gozar.
- Está gostando, seu safado? –
Perguntou Felipa –
- Sim, mamãe. Rebola, gostosa.
Felipa começou a rebolar e gemer
mais alto, Edu ficou louco com aquilo e não aguentou. Deu uma gozada bem forte,
enquanto Felipa gemia de forma maravilhosa, caindo no pênis.
Edu parecia que ia morrer de
tanto prazer. Por um instante Felipa achou que Edu teria desmaiado. Ele decidiu
trocar o preservativo que estava bem cheio, e pediu para Felipa ficar de
quatro. Edu, começou devagar, ainda fraco, mas Felipa mandou ver. Ela além de
gostosa fazia sexo muito bem. Começou a gemer bem gostoso e excitou Edu
rapidinho, que começou a bombar forte, bem forte como um touro. Felipa virava
os olhos e gritava. Ela estava suada e os seus cabelos levemente suados. Ela
levou uma bela surra de pau duro. Edu trocou de posição. Colocou Felipa de lado
e começou a bombar forte outra vez. As vezes ele diminuía o impacto e beijava a
maravilhosa boca de Felipa, mas sempre que o beijo terminava ele voltava a
velocidade máxima. Até que Felipa começou a gritar mais alto e pediu para
cavalgar. Edu se deitou e Felipa começou a pula em cima do seu pau. Ela gritava
de tanto tesão, até que a sua vagina rosada começou a gozar. Edu mandou ver e
em seguida gozou junto com Felipa. A cama ficou um pouco molhada de suor. Os
dois se deliciaram de prazer. Deram um tempinho na cama, em seguida tomaram
banho, se vestiram, trocaram mais alguns beijos e foram embora.
Parecia que Edu, havia esquecido
Melissa. Mas onde será que ela havia se
metido? Afinal, quem realmente era Melissa? A verdade é que Melissa, esconde
muitos perigos. Mas você saberá tudo sobre ela, na próxima parte dessa história.
Talvez Edu pode estar correndo perigo.
Continua.
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Morena capoeira
Que bela
manhã de verão aqui na Bahia. Estou vivendo no Recôncavo a dois meses e meio, e
estou gostando muito da vida que venho levando até aqui. Esse lugar é um
paraíso. Quanta beleza, gente guerreira, calor e mulheres maravilhosas. Estive
agora a pouco assistindo à uma bela roda de capoeira e pude conhecer essa luta
maravilhosa e cheia de mistérios.
Eu
sempre ouvia falar nessa luta que é praticada aqui na Bahia. Ela era proibida
até bem pouco tempo atrás, mas eu nunca imaginei que era assim tão contagiante
e magnifica. Haviam bons capoeiristas mostrando as suas habilidades na roda,
mas o que mais me impressionou foi uma mulher praticando junto com homens
destemidos. Era encantador ver aquela linda mulata gingando, se balançando pra lá
e pra cá, soltando os seus movimentos parecendo que era uma linda dança sensual
e não uma luta. Ela girava com os cabelos soltos e um lindo sorriso no rosto,
por um tempo eu fiquei hipnotizado.
O jogo
dela havia terminado. Eu fiquei curioso para saber quem era aquela deusa linda,
então decidi chamar um menino que estava presente no local e perguntei quem era
aquela mulher. Ele me disse que ela se chamava Sereia, trabalhava como
lavadeira, morava com a sua mãe e seus seis irmãos e que não era casada. Me
animei.
Ao terminar
a roda eu fiquei afim de conversar com ela, pois nunca havia conversado com uma
capoeirista antes. Esperei até que ela se afastasse
do pessoal todo, para que só assim eu pudesse me aproximar. Ela saiu com
uma bolsa nas mãos. Eu me aproximei dela, abri um sorriso e falei:
- Bom
dia Sereia! Deixe que eu levo a bolsa pra você, pois de onde eu venho os homens
não deixam que as mulheres carreguem nada pesado.
Ela
abriu um sorriso, olhou dentro dos meus olhos e falou:
- Bom
dia! Não precisa se importar comigo, já estou acostumada. Mas como sabe o meu
nome?
- Eu
andei te observando, enquanto você jogava capoeira. – Respondi. – Aliás você é
perfeita jogando. Onde aprendeu? – Perguntei enquanto tomava a bolsa de sua
mão.
- Eu
aprendi desde que eu era pequena. O meu pai me ensinava, mas ele foi embora e
eu continuei praticando. Mas quem é o senhor? - Ela perguntou.
Me apresentei
para ela e continuamos com a nossa conversa. A cada passo que eu dava, eu ficava
ainda mais enlouquecido por aquela mulher. Quando ela conversava, eu focava o
meu olhar para os seus lábios de forma proposital. Até que estávamos em uma
estrada onde não havia mais ninguém além de nós dois e paramos. Aproximei o meu
rosto dela, fechei os meus olhos e roubei um beijo daquela boca maravilhosa. Eu
nunca havia beijado lábios carnudos e macios como aqueles. Deslizei as minhas
mãos pelas suas costas, cheirei a região do pescoço dela e pude sentir o calor
do seu corpo e ao mesmo tempo sentir ela se entregar nos meus braços.
Seguimos
com a nossa caminhada até chegar em sua casa. Conheci a família dela e depois
resolvi ir embora. Combinamos de nos ver a noite.
Nos
encontramos a noite. Ela estava divinamente linda e bem arrumada. Usava um
vestido colorido, ajustado na sua cintura. Não usava maquiagem, mas ela era
linda por natureza. Paramos em uma
pequena praça, sentamos em um banco e conversamos durante um bom tempo. Depois
convidei ela para irmos na minha casa, pois eu não estava mais aguentando ficar
perto daquela mulher maravilhosa apenas trocando beijos e carícias. Eu queria
ir mais além.
Chegamos
na minha casa, fechei a porta e ali mesmo comecei a beijá-la. Encostei ela na
porta e a agarrei como um monstro agarra a sua presa. Foi um momento onde
mesclei amor com violência. Ela se derreteu nos meus braços, me agarrava
igualmente com força. Fomos nos beijando até a sala de estar quando levei uma
rasteira e caí no chão. Sereia colocou os seus lindos pés sobre o meu peitoral
e falou:
- Agora
você vai ficar quieto e só se levanta quando eu mandar.
Sereia
começou a fazer uma dança meio que sensual e com muito molejo na cintura. Essa
é uma característica unicamente da mulher baiana. Ela dançava olhando nos meus
olhos e tirando a sua roupa. Um strip-tease mais que sensual.
Eu comecei a suar, enquanto ela
tentava me enlouquecer ainda mais. Ela ficou apenas com sutiã e veio até mim,
balançando o seu corpo e me envolvendo no mais puro transe sensual que nunca vi
antes. Sereia me puxou para cima e eu me levantei. Eu a agarrei e voltei a
beijá-la. Segurei na sua cabeça com a minha pegada de homem e aos poucos
deslizei as minhas mãos por todo o seu corpo. E que belo corpo escultural. Passei
as mãos pelos belos quadris, subi novamente e arranquei o seu sutiã. Os seus seios eram perfeitos. Levei a minha língua até eles e comecei a lambê-los. Ela
gemia delicadamente e eu continuei a me deliciar naqueles seios durante alguns
minutos. Depois fui descendo a minha boca naquele corpo maravilhoso até tirar a
sua calcinha. Lambi a sua vagina. Continuei lambendo até que ela se
arrepiasse. Os seus olhos estavam virados, a pele arrepiada e ela agarrou a minha
cabeça com bastante força. Decidi subi pelo seu corpo novamente e fui parar na
sua boca.
Eu ainda estava todo vestido.
Enquanto eu tirava os meus sapatos com o empurrão dos próprios pés, ela tirou o
meu paletó e em seguida rasgou a minha camisa. Ela rasgou o meu peitoral com a
suas unhas e tirou o meu cinto. Eu senti vontade de dominá-la outra vez. Peguei
o meu cinto e dei algumas cintadas de leve no seu bumbum. Ela gemia de uma
forma tão gostosa que me enlouquecia ainda mais. Tirei o restante das minhas
roupas e ficamos totalmente nus. Ela veio até a mim outra vez e voltamos a nos
beijar. Ela deslizava a sua língua por todo o meu peitoral, me beijou no
abdômen e continuou passando a sua língua sobre mim e foi descendo até o meu
pênis que já estava como uma rocha. Começou a me chupar bem gostoso, não pude
me conter. Agarrei ela outra vez e a coloquei virada de cabeça para baixo. Ela
me chupava e eu me deliciava com a sua vagina, sentindo o calor da sua boca
queimando o meu pênis.
Nossos corpos já estavam mais do
que harmonizados. Levei-a para a minha cama e deitei por cima dela, na posição
de papai e mamãe e comecei a penetração. Os seus gemidos eram deliciosamente
sensuais. Comecei a empurrar com mais força e sentia ela rasgando a minha pele
com as unhas. Tive que usar mais violência e depois inverter a posição. Deixei
ela deitada por cima de mim, cavalgando com todo aquele molejo no corpo, até
que passaram alguns minutos e não quis mas segurar, foi me dando aquela
sensação maravilhosa, bem gostosa. O orgasmo estava se aproximando e dei uma
gozada bem forte, como nunca havia conseguido antes. Foi só a primeira gozada
da noite. Coloquei a minha Sereia de quatro e tive que meter com muita força. Coloquei
bem forte até que ela gemia cada vez mais alto ela suava cada vez mais e o
calor do seu corpo aumentava descontroladamente e de repente ela teve aquele
orgasmo raro que poucos homens conseguem fazer uma mulher sentir.
Fizemos amor a noite toda. E
quando era quase dia, fomos tomar banho e nos amar mais um pouquinho debaixo do
chuveiro. Eu a coloquei de costas embaixo do chuveiro. Agarrei por trás e
comecei a penetrar bem gostoso enquanto a água nos banhava. Eu segurava nos
seus seios a beijava até que gozei bem gostoso outra vez.
Tomamos banho, dormimos e
começamos a namorar. Todas as nossas noites eram quentes e eu adorei me
deliciar naquele corpo maravilhoso. Adorei estar com esta maravilha de mulher
durante um bom tempo.
FIM.
sexta-feira, 4 de março de 2016
História de uma mulher
História contada por uma mulher que estava vivendo muito tempo sob stress pelo fato de não fazer amor, mas que encontrou o cara ideal que mudou a sua forma de ver a vida.
Ser uma mulher solteira que vive
sozinha em uma cidade grande, dentro de uma casa grande e cheia de compromissos
não é fácil. Imagine só, ter de cuidar de tudo sozinha, solteiríssima e sem
nenhum homem para chamar de meu amor. Desse jeito acabo ficando maluca e para
eu me livrar da solidão e do stress, somente saindo para fazer algumas
comprinhas pela cidade. Sou uma mulher solteira, sou branca, estatura média,
corpo em forma, sexy a ponto de fazer os homens perderem o controle e estou
precisando muito conhecer algum homem que seja diferente de todos os outros que
já conheci.
Estava eu saindo do shopping
center, após mais uma daquelas tardes de compras e mais compras, passando por
quase todas as lojas que apareciam na minha frente. Comprar, comprar e comprar.
Gastar dinheiro, estourar os meus cartões de crédito. O meu lema é: Comprar ou
amar. Como não estava amando a solução mesmo era fazer compras.
Depois da série de compras fui
para a saída do shopping. Estava eu, cheia de sacolas pesadas, levando roupas, sapatos,
cosméticos e muito mais coisas que você possa imaginar. Precisava de um táxi
para me levar até a minha casa.
Fui a procura de um táxi e acabei pegando um
táxi com um motorista, lindo. Ele era um gatão, desses que só temos o privilégio
de ver quando assistimos aos filmes de Hollywood. Dei o sinal para ele. Entrei
no táxi e o motorista me ajudou com as sacolas. Ele perguntou:
- Aonde a senhorita deseja ir?
Aquela voz era magnífica. Voz de
sedutor, locutor, anjo ou sei lá o quê. Eu de cara logo falei em pensamento:
- Com você eu gostaria de ir ao
paraíso.
Mas simplesmente dei o meu endereço
para ele. E partimos.
O trânsito estava engarrafado.
Como sempre é claro. Afinal era sábado e sempre o trânsito virava um caos nas
tardes do fim de semana naquela região. Mas dentro do carro a situação era
diferente do trânsito, não havia nenhum pouquinho de caos. Ele me olhava, pelo
retrovisor e até então não havíamos conversado. Era impressionante a forma que
ele fixou o olhar em mim. Eu não achei ruim. Nem um pouquinho, mas não seria eu
quem deveria tomar a iniciativa de puxar uma boa conversa, então resolvi causar
um pouquinho mais de desejo nele. Fiquei mexendo nos meus cabelos, me maquiando
e aproveitei que o carro era espaçoso para cruzar as minhas lindas pernas.
Seu rosto havia mudado de cor e
finalmente ele puxou conversa:
- Está calor hoje, não acha?
Aquela voz era magnífica. Não sei
o porquê daquele mal caminho todo ser um taxista, já que o mesmo seria um
grande galã de cinema. Confesso, eu fiquei louca de tesão por ele e resolvi me
abrir um pouquinho mais.
- Sim. Hoje está muito quente. - Respondi.
- Sinceramente. Eu gostaria de estar
em algum restaurante na beira do mar, em um tempo como esses. Queria estar
tomando umas cervejas, comendo frutos do mar e me destraindo.
- Sério? Que legal. Sabe? Não
seria má idéia. Eu bem que gostaria de estar fazendo o mesmo. Quem sabe a gente
não possa nos conhecer melhor e fazer isso qualquer dia desses.
Ele mostrou um sorriso torto e perguntou:
- A senhorita sairia comigo?
- E por que não? Afinal, qual o
seu nome?
- Me chamo Victor. Você é a....?
- Fernanda.
- Belo nome. E a sua idade?
- Tenho 28 anos.
- Ainda muito jovem. O que uma
moça tão bela como você faz andando por aí sozinha?
- Como assim por aí? Eu só saí
para fazer umas comprinhas e não estou sozinha. Estou com você.
- Ah! Assim não conta. Você é a
minha passageira.
- Já que é assim...
Não sei exatamente o porquê, mas
eu estava ne sentindo muito confortável conversando com o Victor. Aproveitei
que estávamos parados no trânsito e resolvi descer do carro para me sentar no banco
do carona. Acabei me abrindo muito mais do que eu deveria, mas nem me dei
conta.
Eu estava sendo acariciada pelas
mãos de homem do Victor, ele sabia acariciar como homem nenhum nesse mundo. Eu
me sentia como se estivesse no espaço, meu corpo se arrepiava, me coração ficou
acelerado, parecia que estava saindo pela minha boca. Meus lábios tremiam e um
fogo se ascendeu dentro de mim. A única reação que tive foi de soltar o cinto
de segunça e me jogar em cima daquele pecado humano e beijá-lo, ali mesmo.
Nos beijamos. Eu fui agarrada de
um jeito único, sentia aquele cheiro maravilhoso de perfume masculino, sentei
no colo dele e senti o pênis duro como uma pedra. Eu rebolei, e segurei os meus
seios grandes e durinhos para deixa-lo louco.
Depois de muitos beijos e amassos
o trânsito começou a fluir e fui eu quem tomei a iniciativa de chamá-lo para ir
em um motel.
Fomos em um motel legal, bem
pertinho de onde estávamos. Eu não sabia o que estava acontecendo comigo. Perdi
o controle de mim mesma e agarrei o Victor pelo pescoço, arranquei a camisa
dele, sem ao menos desabotoar e comecei a beijar aquele peitoral sexy,
musculoso. Deslizei as mãos sobre o seu abdômen malhado e depois passei a
língua.
Eu tentei deixá-lo louco, mas foi
ele quem me dominou. Me agarrou por trás, cheirando a minha nuca, mordendo a
minha orelha, me arranhando com a barba e me agarrado com pegada de homem de
verdade. Ele esfregava em minha bundinha, me abraçou forte com um braço pela
cintura, enquanto a outra mão deslizava pelas minhas coxas até o momento em que
começou a passar o dedo na minha vagina.
Fiquei toda molhadinha. Fui pega
no colo e jogada na cama por um animal feroz e cheio de apetite. Ele abriu as minhas
pernas e começou a lamber a minha vagina. Sua língua é muito gostosa. Enquanto
eu era lambida eu alisava as suas costas, sua cabeça e me delirava de um mar de
tesão.
Parecia que eu iria gozar na boca
do Victor, mas ele parou de me lamber e começou a bater no meu bumbum. Depois
me segurou pelo pescoço com as duas mãos e me fez chupar o pênis dele. Eu
lambia, corria a língua da cabeça até em baixo e depois subia outra vez. Eu
chupei, chupei e chupei até o momento em que fui penetrada. Fui colocada de
quatro, virada de frente para o espelho e a visão daquilo tudo era incrível. Ele
dizia o quanto meu bumbum era gostoso. Que nunca havia ficado com uma bunduda
com eu. Ele metia muito forte, a ponto de me fazer gritar.
O ritmo estava acelerado, forte e
bem frenético. Os meus cabelos eram puxados, com violência. Aquilo era dolorido
e ao mesmo tempo era bem instigante. Sentindo aquele pênis grande e duro
penetrando a minha vagina, numa velocidade surpreendente parecendo até que iria
me dividir ao meio. Victor me colocou deitada de frente para ele. Me lambeu
outra vez e voltou a meter com muita força. Ele lambia meus mamilos e me
bombava forte. Comecei a arranhar as costas dele. Tentei agarrar ele com as
minhas coxas gostosas, mas as minhas pernas adormeceram e fui metralhada por um
pênis sem um pingo de piedade.
Depois ele se deitou de barriga
para cima e pediu para eu rebolar. Achei que poderia dominá-lo agora. Outra vez
fiquei enganada. Comecei a cavalgar, rebolar, segurar os meus seios, mas ele
agarrou a minha bunda e começou a bombar bem forte. Eu gemia bastante. Perdi os
meus sentidos até que não resisti e gozei muito gostoso. Eu gritei dizendo que
ia gozar e foi aí que quase morri.
Passou alguns minutos foi a vez
dele de gozar bem forte e ficar louco. Foi uma transa inesquecível para uma
mulher solteira. Tomamos banho, nos vestimos e ele me deixou em casa.
Depois desse dia saí com ele mais
umas três vezes e não o vejo faz algum tempo. Não quero mais permanecer solteira,
nunca mais. Pois fiquei muito tranquila, nunca mais me estressei depois de
fazer amor bem gostoso assim. Espero sempre ter sorte de encontrar homens bons
no meu caminho.
FIM
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Prazeres de um Homem - Parte um
Parte um
Depois de um ano que eu havia
começado os meus negócios, finalmente as coisas estavam fluindo bem para mim.
Me chamo Roberto, moro sozinho em uma bela casa, tenho trinta e cinco anos,
tenho um metro e oitenta e cinco de altura, corpo atlético, cabelos e olhos
castanhos, pele clara e trabalho com desenvolvimento de sistemas para diversas
empresas.
Manhã ensolarada de terça-feira,
era primavera. Eu havia acordado as seis da manhã para fazer as minhas
atividades físicas antes de mais um dia de trabalho. Eu havia acordado com a
sensação de que teria um dia maravilhoso pela frente.
Cheguei em casa todo suado, com a
mente e com o corpo energizados, naquela sensação de leveza, mesmo depois de
duas semanas sem saber o que era uma noite de amor, pois havia terminado o meu
noivado fazia meses e dali então passei os meus finais de semana como um bom
baladeiro. Jogando o jogo da sedução, sendo rejeitado por lindas mulheres mas também adorado por outras e a minha noite com as adoradoras geralmente terminava na
cama. Não é querendo me gabar, mas na nossa turma eu era quem mais levava jeito
com as mulheres, isso pelo fato de saber conversar e me entrosar em diversos
grupos nas baladas.
Tomei um banho frio, me arrumei
para mais um dia de trabalho, li algumas notícias, tomei o meu café da manhã e
finalmente despedi da mulher que trabalha na minha casa e entrei no meu carro.
O trânsito estava bastante
engarrafado, mas com um dia tão lindo como aquele eu não iria me chatear só por
que eu estava parado no trânsito. Liguei o som e coloquei músicas alegres para
tocar dentro do carro, até que o meu telefone tocou:
- Bom dia sou a Ana Paula,
gostaria de falar com o Roberto.
Eu em um tom bem alegre e ao
mesmo tempo educado respondi:
- BOM DIIIIIIIAAA ANA
PAULAAAAAAA!!! Eu sou o Roberto. Pode falar.
- Olá Roberto! Peguei o seu
contato através de um amigo que me indicou os seus serviços, aliás preciso
deles urgente.
- Tudo bem. Estarei livre à
tarde. Podemos agendar uma visita na sua empresa.
- Mas porque só a tarde? Eu
preciso de você o mais rápido possível.
- Preciso que tenha um pouco de
calma. Primeiro me mande o seu endereço. Depois eu ligo na empresa e converso
com alguém avisando que eu vou precisar chegar um pouco mais tarde.
- Ai. Está bom então. Mas vê se
não demore.
Anotei
o endereço da empresa da Ana Paula e mudei a rota que eu estava fazendo. Essa
Ana Paula tinha uma voz linda, bem feminina, porém se mostrou um pouquinho
arrogante, mal-educada, mas isso não importava, pois, negócios são negócios.
Depois
de quarenta e cinco minutos finalmente cheguei na empresa. Ficava em um prédio
moderno e bem amplo. Deixei o meu carro no estacionamento e depois me dirigi
até a portaria para comunicar a minha chegada. A recepção do prédio autorizou a
minha entrada e então fui para o décimo quinto andar, onde ficava a empresa da
chata da Ana Paula (risos). Toquei a campainha e fui recebido por uma moça
jovem da qual não me recordo o nome.
A empresa ficava em uma sala bem
ampla, com ar-condicionado, vários quadros nas paredes, mesas com computadores
espalhadas pela sala, alguns toques femininos na decoração, e uma linda vista
pela vidraça. Mas o ar era tenso. Notei que só haviam mulheres. Seis mais
precisamente e pareciam atrapalhadas. Havia uma mulher loira em uma mesa
grande. Aliás, um pedaço de mal caminho. Ela estava vestida com roupa social,
camisa clara, uma saia preta, meia calça, sapatos pretos, usava óculos, tinha um colar pequeno que abraçava o seu pescoço e no braço estava um belo relógio. Eu não
conseguia tirar os olhos dela, e logo a moça que me atendeu se dirigiu até a
mesa da mulher loira e anunciou a minha chegada. Essa loira era a Ana Paula,
que apesar de ter me apressado para que eu chegasse rápido na empresa, fez
pouco caso e pediu para a moça falar que eu deveria
aguardar. Me sentei e esperei cerca de dez minutos até que Ana Paula viesse
conversar comigo.
Não vou entrar em detalhes sobre
a nossa conversa, mas conversamos bastante. Foi bastante complicado explicar
sobre o meu trabalho para uma mulher que apesar de muito gata, era arrogante e
também burra. Fiquei mesmo foi louco para pegar aquela mulher e levar para a
minha casa e cuidar dela direitinho para deixa-la bem calma e educada (risos).
Dois meses se passaram desde que
vi Ana Paula pela primeira vez, andei pensando muito nela, apesar de eu ter pego
várias mulheres lindas nas baladas. Cheguei a conversar com ela umas três ou
quatro vezes e mesmo com aquele tom arrogante de patricinha mimada eu pude
notar nela um olhar pra lá de excitante.
Em uma noite de sábado estava eu
saindo para encontrar os meus amigos e irmos para a nossa azaração, até que o
meu telefone toca:
- ALÔÔÔÔ!
- Roberto, sou eu, a Ana Paula.
- A que devo a honra?
- PRECISO DE VOCÊ AQUI
IMEDIATAMENTE. O SISTEMA ESTÁ COM PROBLEMAS. NUNCA DEVERIA TER TE PROCURADO,
SEU INÚTIL!!!!
O clima tinha ficado ruim para
mim, a noite estava linda e prometia ser uma noitada daquelas, só que alguém resolveu
acabar com a minha noite, mas isso não ficaria barato (risos).
Cheguei na empresa e Ana Paula
estava sozinha. Tentei acalmá-la e até que não foi difícil. Passei quase uma
hora e meia e consegui resolver o problema dela. A verdade é que fiquei
excitado ao vê-la com aquela blusinha justa e uma saia curta que valorizavam
bastante aquela escultura que é o corpo da loira. Ela me disse que estava
cansada e logo pensei: é agora!
Convidei Ana Paula para jantar
comigo e ela de cara aceitou. Fomos no meu carro, pra minha sorte o carro dela
estava em reparos depois de uma belo acidente de trânsito. Fomos jantar em um
belo restaurante com mesas de madeira e que servia um bom vinho. Começamos a
conversar e aos poucos fui invadindo o espaço dela. Comecei a conversar mais de
perto, tocando em partes do seu corpo, segurei suas mãos e depois sentei ao seu
lado, podendo passar a mão naquela maravilha de cintura. Foi incrível como
aquela fera ficou bem mansinha. Comecei a ficar com o meu olhar direcionado aos
seus lábios enquanto minha mão acariciava a região entre as costas e a cintura
dela. Senti sua pele se arrepiando e foi aí que fingi que a beijaria. Encostei
meus lábios bem no cantinho da boca dela e dei um selinho. Ela se virou para me
beijar, mas me desviei e dei uma mordidinha na orelha dela. Fui abraçando
fortemente e aí resolvi beijá-la. Foi um beijo gostoso, lento, um beijo
molhado. Com uma mão eu a alisava carinhosamente e com a outra eu a agarrava de
um jeito selvagem, com pegada, tinha que fazer muito bem o meu papel de homem.
Senti que a tinha sob o meu domínio e a convidei para sairmos. Chamei o garçom
e paguei a conta.
Peguei o meu carro e antes de
entrarmos, encostei Ana Paula e segurei a cintura dela com as duas mãos. Pude
dar uma encostada de leve nas partes íntimas dela e senti um forte calor. Como
aquela não era uma mulher comum, dessas que eu conhecia nas baladas, resolvi leva-la
para minha casa. Fomos para a minha casa. Ela estava um pouco embriagada, levei
Ana Paula para o meu quarto. Por sorte haviam uns CD´s de músicas eróticas e
resolvi ligar o som para esquentar um pouco mais o nosso clima. Ana Paula me
empurrou para cima da cama. Comecei a beijar aquele mulherão em cima de mim.
Rasguei aquela blusinha justa, tirei o sutiã dela e passei a língua nos
biquinhos dos seus seios fartos. Mamei nos seios dela e apalpei aquela bunda
maravilhosa. Ana Paula era o tipo de mulher gostosa que faz com que qualquer
homem fique louco de tesão e eu à tinha ali na minha cama. Ela tirou minha
camisa e acariciou o meu peitoral, me dava mordidas leves no meu peito, lambia
meu abdômen, e passou a língua na minha calça, bem na região do meu pênis,
deixando ele pulsando de alegria. Desabotoei a minha calça, tirei o meu cinto e
o segurei na mão. Ela tinha que me pagar por ter sido arrogante comigo. Ela
abaixou a minha cueca e sua boca veio de encontro ao meu pênis que estava ereto
e duro como uma rocha. Senti o calor da sua boca molhada em um infinito
movimento de vai e vem. Peguei ela e joguei de quatro em cima da cama. Levantei
a sai dela e tirei a calcinha de lado. Levei minha língua até aquela vagina molhada,
era uma delícia, lisinha e rosada. Lambi, lambi e lambi aquela boceta quente e
deliciosa. Depois pensei em castiga-la um pouco.
Primeiro tirei toda a minha roupa
e a deixei de quatro empinando aquele bumbum escultural para mim e disse:
- Você foi um pouco malcriada
comigo, não foi?
- hum rum!
- Agora vai ter o seu castigo.
- Vai judiar de mim, tesão?
Apalpei aquele bumbum durinho
mais uma vez, dei um beijinho, e soltei a primeira cintada. Ana Paula gemia de
uma forma sem igual:
- Me bate, seu safado....
Apliquei outra cintada, depois
outra e depois mais outra. Dei alguns tapas no bumbum daquela loira e
perguntei:
- Vai se comportar direitinho
comigo?
- Sim!
- Venha até aqui e me chupe bem
gostosinho e devagar, se não vai apanhar outra vez.
- Quer bater na sua loira?
- Sim
Ana Paula começou a me lamber
outra vez, ela passava a língua na cabeça do meu pênis, ela deslizava a sua língua
até a parte inferior e subia outra vez. Arranquei a roupa dela e a deixei de
quatro. Comecei a penetrar levemente. Fui acelerando e ela ia rebolando. Ela
era muito boa na arte de fazer amor. Continuei penetrando ela e a coloquei
virada de frente. Eu estava em ritmo acelerado e ela fazia um gemido bem
gostoso. Seus cabelos loiros se espalharam pelo seu rosto e os olhos estavam
virados. Eu enfiava com força, e beijava na boca dela. Depois me deitei e
mandei ela cavalgar. Aquele rebolado era único, ela sentava com muita força, e
segurava aqueles seios durinhos e fartos com as duas mãos. Apalpei aquela bunda
grande dela e metia com mais força ainda. Comecei a ficar com vontade de
ejacular. Peguei a safada com agressividade e a joguei na cama. Abri suas
pernas e comecei a lamber a vagina dela como um monstro. Chupei aquela boceta
molhada até passar a vontade de ejacular. Depois a coloquei de lado e fizemos
amor bem agarradinho, beijando na boca e levando a minha língua naqueles seios
gostosos.
Fiquei virado para a frente dela
e acelerei outra vez, acelerei e penetrava com muita força, ela me agarrou e me
arranhou e falou:
- Mais rápido eu vou gozar, eu vou....
Logo em seguida foi a minha vez,
gozamos juntos. Foi uma delícia. Tive a sensação de ter saído do meu corpo por
alguns segundos e quando voltei parecia que a noite estava apenas começando.
Ficamos uma, duas, três, quatros
horas nos amando, até que fomos tomar um banho, fazer uma refeição leve e dormir.
Dormimos agarradinho, de
conchinha. Nossos corpos estavam em harmonia. E aquela Ana Paula arrogante que
eu havia conhecido anteriormente, parecia ter morrido e dado espaço a uma
mulher mais carinhosa, amável e safada. Estávamos cansados e precisávamos dormir.
Eu imaginei que poderia haver outras vezes com aquela mulher, mas isso só o
tempo iria me dizer. Acabamos dormindo sem sequer imaginar como seriam os
próximos dias a certeza é que tanto ela quanto eu, ficamos satisfeitos com o
que a noite nos proporcionou.
Eu dominei a fera, roubei e agora à tenho comigo, dormindo como um anjo.
CONTINUA.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Infidelidade e morte
Infidelidade e morte
Certo dia um casal de namorados estava
passeando no parque da pequena cidade de Dillimore. O casal era formado por
Thomas e Melissa, um casal romântico e completamente apaixonado, capaz de
atrair a atenção de todos que passavam por eles. Os dois se sentaram em um
banco a beira do lago e Thomas olhou profundamente nos olhos de Melissa e
perguntou a ela:

- Melissa, você aceita se casar comigo?
Melissa
logo ficou avermelhada e sorriu de forma bem simpática para Thomas respondendo
a sua pergunta:
- Eu aceito.
Mas o
que Melissa não conhecia era o segundo lado de Thomas. Ele era extremamente
louco e doentio. Thomas tinha envolvimento com drogas, era um rapaz
problemático e já havia tirado a vida de uma pessoa, mas até o momento nunca
havia demonstrado para Melissa a sua capacidade de causar mal a nenhuma pessoa.
Passaram-se
seis meses o casamento de Thomas e Melissa aconteceu de forma maravilhosa. O
casal fez uma viajem em lua de mel, se amaram muito e estavam vivendo felizes,
até que depois de irem morar juntos Thomas foi mudando o seu comportamento com
Melissa aos poucos. Ele havia se tornado completamente frio com sua esposa, não
dava carinho, não dava atenção e passou a agir com grosseria.
Melissa
acreditou que tudo aquilo era uma fase ruim com seu marido e que tudo aquilo
iria passar logo e os dois voltariam a se amar como na época do namoro. Mas
Melissa estava completamente enganada, certo dia ela foi visitar os seus pais e
ao chegar na casa deles encontrou um homem que se mostrou simpático com ela,
era um rapaz jovem, aparentemente mais novo que ela uns dois anos. O rapaz se
chama Anthony. Os dois trocaram olhares durante alguns segundo e sorriram.
Então Anthony se apresentou a Melissa:
- Bom dia! Me chamo Anthony. Como se chama?
- Bom dia! Me chamo Melissa, eu estou aqui para visitar meus
pais. Respondeu ela.
- Você é a filha do senhor e da senhora Johnson?
- Sim sou eu mesma.
- Ah! É um prazer conhece-la. Sou o novo vizinho e adoro os
seus pais, eles são educados e muito simpáticos comigo.
O dia
estava chegando no fim quando Melissa decidiu ir embora. Ela se despediu dos seus pais e Anthony a
acompanhou até seu carro. Anthony sabia que Melissa tinha se casado a pouco
tempo, mas mesmo assim ele se sentiu atraído pela beleza da jovem Melissa. Os
dois trocaram olhares novamente Anthony sorriu e se despediu daquela jovem que
acabara de balançar o seu coração e ela sorriu pra ele e partiu. Enquanto isso
Thomas estava escondido atrás de uma árvore assistindo a tudo e ficou enfurecido.
Ao
chegar em casa Melissa foi tomar banho e em seguida foi preparar o jantar para
Thomas. Ela estava completamente desastrada ao preparar o jantar, parecia que o
seu coração encontrava um no amor, afinal, seu marido não lhe dava atenção e a
tratava como um objeto qualquer.
Thomas
chegou tarde em casa, parecia estar alcoolizado e bem nervoso, Melissa estava
na sala ouvindo música e se assustou ao ver o seu marido bravo. Ela falou para
ele que o jantar estava pronto e que o esperava para fazer a refeição, ele a
segurou no braço e disse de forma bem grosseira:
- Mulher minha não deve ficar conversando com outro homem na
rua.
- Mas o que você está falando Thomas? Perguntou Melissa.
- Estou falando daquele rapaz que você estava se derretendo
por ele na frente da casa dos seus pais. Respondeu Thomas.
- Mas não houve nada demais, você está tirando conclusões
precipitadas. Você está mudado desde que nos casamos, o que aconteceu?
Sem
responder a pergunta de Melissa Thomas se aproximou da janela olhou para a rua
e voltou em direção a sua esposa, falando para ela:
- Não quero que você vá visitar o seus pais. Está proibida!
- Você não tem o direito de fazer isso, eu irei visitá-los
na hora em que eu quiser. Se você não está contente com o nosso casamento
agente pode se separar.
Thomas
se aproximou de Melissa e agrediu com vários golpes, ele estava tomado pela
raiva, e não pensava em nada além de agredir a sua esposa, que desesperada
conseguiu fugir para a casa dos pais. Ao chegar sua mãe ficou em choque ao
vê-la chorando, com as roupas rasgadas e com alguns hematomas.
- Minha filha o que houve com você? Perguntou a mãe de
Melissa.
- O Thomas enlouqueceu minha mãe. Foi ele quem fez isso.
- Mas por que minha filha.
- Não sei! Ele quis me proibir de visitá-los, pois alegava
que eu estava me envolvendo com Anthony.
O Pai
de Melissa se aproximou e ao fica sabendo do acontecido, se irritou e
aconselhou a filha a se separar do marido, mas ela estava confusa, não sabia o
que fazer. Passou alguns dias na casa dos seus pais. Anthony ficou contente por
Melissa estar bem próxima dele.
Numa
manhã de domingo Melissa foi andar de bicicleta no parque e encontrou Anthony.
Os dois conversaram por horas, perderam a noção do tempo. Anthony estava bobo
como uma criança, convidou Melissa para tomar sorvete. Ele não parava de
prestar atenção na bela Melissa, até que entrelaçou seus dedos aos dedos dela,
olhou nos seus olhos e lhe roubou um beijo. Ela sorriu, ficou derretida pelo
rapaz, os dois se beijaram mais algumas vezes e depois foram embora.
Depois
de uma semana Melissa fez as pazes com Thomas. Os dois passearam, conversaram e
tiveram um dia perfeito, até que a noite Thomas foi tomar banho e o telefone da
casa tocou. Melissa atendeu e descobriu que seu marido tinha uma amante e ficou
sem reação. Ela não sabia o que fazer, até que Anthony surgiu em seu
pensamento. Melissa esperou seu marido dormir, tomou banhou e se produziu,
entrou no carro e foi atrás de Anthony.
Ao
chegar na casa de Anthony Melissa o chamou. Ao ver o rapaz ela beijou e chamou
ele pra sair, pois dizia estar apaixonada por ele. Os dois foram para um motel.
Melissa
estava linda, maquiada, cheirosa e com um vestido curto em tons avermelhados. Ao
chegar no quarto, Anthony colocou uma música sensual para o clima do casal
ficar ainda mais quente. Ele a segurou em seus braços e os dois se beijaram,
Anthony aos poucos levantava o vestido de Melissa até tirá-lo completamente.
Melissa deslizava suas mãos no corpo do seu amante e beijava seu peitoral.
Anthony abraçou Melissa por trás e cheirava o pescoço dela, sentindo o seu
aroma de flor. Ele continuou beijando ela, e foi tirando sua lingerie e seguida
lambendo suas partes íntimas. Melissa gemia de prazer, dizia estar no céu, ela
parecia não acreditar naquilo que estava acontecendo, já que seu marido nunca a
tratou dessa forma. Melissa ficou deitada de frente para Anthony e ele iniciou
a penetração lentamente, aos poucos Melissa pediu para o seu amante acelerar o
ritmo, ela o abraçava, beijava e acariciava. Melissa pediu para Anthony se
deitar de barriga para cima e em seguida começou a cavalgar, segurando os seus
seios olhando dos olhos de Anthony, o mesmo não suportou tanto tesão e atingiu
o orgasmo. A noite foi passando e o casal cada vez mais se amando, em várias
posições. Por volta das três da manhã os dois foram tomar banho na banheira e
fizeram um pouco mais de amor até as quatro da manhã, quando saíram do motel.
A maior
surpresa foi na saída do motel, Thomas estava lá espera da sua esposa que
desesperada não teve reação. Thomas começou a bater no carro de Melissa com um
bastão de baseball e em seguida agrediu a mesma com socos e chutes. Anthony
tentou separar mas foi agredido e caiu desfalecido. Thomas arrastou Melissa
para o carro dele e a levou para uma estrada escura. Ao chegar ele amarrou as
mãos de sua esposa e a levou para o meio da pista. Ele apontou o revolver para
a cabeça dela e a ameaçou de morte. Pra surpresa de Melissa, dois garotos
estavam passando de bicicleta pelo local, ele gritou por socorro, mas de nada
adiantou, Thomas os obrigou a pararem e a se juntar com Melissa. Ela sabia que
iria morrer mas não parava de pensar em Anthony, ela fechou os olhos e prometeu
que sua alma esperaria pela alma de Anthony no paraíso e nunca iriam se
separar, pois ela estava apaixonada pelo seu amante. Em seguida ainda com os
olhos fechados Melissa levou um tiro na cabeça e morreu na hora.
Thomas
pegou o corpo de Melissa, a despiu deixou ela deitada em uma grama, se deitou
por cima dela e começou a penetração, ele beijava, a sua boca adormecida e
sentia o cheiro forte de sangue. Ele parecia estar possuído, era prazeroso pra
ele fazer amor com o corpo da sua falecida esposa, na beira da estrada, sendo
banhado pelo seu sangue. Os dois garotos capturados por Thomas foram obrigados
a assistir aquela cena macabra. Thomas atingiu o orgasmo, em seguida vestiu sua
roupa e disse que iria matar os dois garotos, ele andou em direção a um deles e
apontou a arma para a cabeça até que de repente alguém o golpeou na cabeça com
um pedaço de madeira, era um trabalhador rural que passou por ali e presenciou
toda a fatalidade. O misterioso homem libertou os garotos e em seguida examinou
Thomas e viu que o mesmo estava morto.
Antes
da morte Thomas disse pra si mesmo que sua alma voltaria para atormentar todos
aqueles que tinham o mesmo sangue de Melissa e de Anthony, por toda eternidade.
FIM
segunda-feira, 31 de março de 2014
Minha Prima: Paixão arriscada, amor eterno!
Minha Prima: Paixão arriscada, amor eterno!
Em uma tarde de sábado, estava eu ali sentado no banco de uma praça abandonada, pensando em todas as decepções em que a vida me dera. Pensei nos meus amores perdidos, meus objetivos fracassados e todas as angústias e derrotas que tive. Eu estava solitário, meio que morto, sei lá, eu tinha uma certa semelhança com aquele jardim velho e esquecido que havia na praça. Fiquei pensando na minha vida durante horas, até que a noite caiu e trouxe com ela um leve frio. Então resolvi ir embora.
Ao chegar em minha casa, fui para o chuveiro tomar banho, até que o telefone toca. Corri desesperadamente, todo ensaboado para atender o telefone. Era o Marcos, um grande amigo de infância que estava vindo de outro estado a passeio com a sua família. Ele era casado com uma das minhas primas que convivi durante a infância, a Isabelle. Quando recebi a notícia, eu logo os convidei para que se hospedassem na minha residência, afinal minha casa é enorme, possui vários quartos, uma sala ampla com lareira, alpendre com vista privilegiada e eu morava só.
Passaram se dias e recebi Marcos, minha prima Isabelle e um sobrinho do casal que eles estavam criando, era o pequeno Lucas, um garotinho esperto e danado. Eu os recebi, conversamos bastante, relembramos da nossa infância, almoçamos e depois fomos assistir a um filme. Mais tarde antes de dormir combinamos de ir a praia no seguinte dia que seria domingo.
Chega a manhã de domingo e nos preparamos para passar o dia na praia. Fomos no meu carro. No meio da viagem Marcos me pergunta:
- Você não pensa em ter uma família?
- Isso é complicado de te dizer. Falei a ele.
- Mas como assim complicado? Você é jovem, vive sozinho em uma casa ampla e confortável. Você tem bom emprego.
- Não é fácil de te explicar, é uma situação bem desagradável.
Eu tentei fazer Marcos mudar de assunto, mas ele insistiu:
- Lembro que você se decepcionou ao terminar seu namoro com a Sara, mas isso já tem dez anos, ela vive com um homem que ela conheceu na faculdade e já tem dois filhos.
- Não é isso Marcos. Depois da Sara eu tive outros amores, mas não deu certo. Vamos mudar de assunto.
Isabelle logo interrompeu a conversa e em tom alegre e falou:
- Marcos para de maltratar o bichinho. Não vê que ele está triste. Vai fazer o coitadinho chorar. (risos).
- Isabelle, lembra quando vocês dois ficavam discutindo na infância e todos falavam que aquilo terminaria em casamento. Disse Marcos (risos).
- Isso era brincadeira, nunca poderia me casar com um primo, e pare já com essa brincadeira estúpida, afinal somos casado.
Todos nós demos muita risada. Resolvi ligar o som e seguimos a viagem ouvindo boa música.
Ao chegar na praia Marcos foi levar o pequeno Lucas ao banheiro em uma barraca onde ficamos. Eu não pude esperar muito tempo para entrar na água, pois o calor estava forte e o Sol bem quente. Isabelle ficou me olhando e dando risada, então a chamei para entrarmos na água. Ela tirou o short e a blusa e ficou somente de biquíni, então perguntei a ela:
- Vai entrar na água com os cabelos amarrados?
- Não. Mas não sei se devo entrar sem o Marcos por perto.
- Ele não deve demorar, só foi levar o Lucas ao banheiro. Respondi a ela.
- Mas ele está demorando.
- Ele deve ter ido levar o sobrinho pra tomar sorvete. Vamos entrar na água.
Ela soltou os cabelos, nesse momento o vento soprou em sua direção. Parecia estranho, mas naquele momento eu a enxerguei com outros olhos. Ela estava linda, senti meu coração gelado, querendo saltar pela boca, o meu corpo se paralisou, eu só conseguia observá la. Isabelle veio andando em minha direção e perguntou:
- O que foi meu primo?
- Mas o quê? Como assim? Eu... Mas você... é...
Ela sorriu, passou a suas mãos em meu rosto e disse:
- Calma! Nós somos primos e por isso não podemos...
Eu a interrompi e perguntei:
- Não podemos o quê?
- Você sabe do que estou falando. Eu vi a maneira como você me olhou, não se faça de bobo.
- Mas Isabelle, eu não disse nada.
- O seu olhar disse tudo. Eu amo você, mas esse amor é de uma irmã e além do mais eu já estou casada. Agora vamos entrar na água.
Naquele momento eu havia ficado sem chão, não sabia o que fazer diante daquela situação, pensei em respondê la, mas eu não tinha palavras, até que ela acariciou os meu ombros e me chamou para entrar na água. Começamos a caminhar na areia quente até que Marcos nos grita de longe, trazendo o pequeno Lucas agarrado em suas mãos.
Tomamos banho, Estava muito bom o domingo naquela praia, haviam várias pessoas, boa música, uma beleza deslumbrante e desigual. Fomos almoçar. Marcos quis beber cerveja, mas não pude acompanhá lo, pois eu estava dirigindo. Isabelle e Marcos haviam gostado muito do lugar, então disse a eles que deveriam conhecer uma cachoeira que ficava à uns quarenta e cinco minutos dali. Prometi levá los logo após o almoço.
Passou uma hora e batemos em retirada indo em direção a cachoeira. O tempo começou a mudar e de repente o celular de Marcos tocou. Ele recebeu a notícia de que o seu irmão mais novo, o pai do pequeno Lucas sofreu um acidente. Ele pediu desesperadamente para que voltássemos para minha casa. Voltamos para casa. Marcos pediu a Isabelle que ficasse em casa, ele iria levar o pequeno Lucas e voltaria dentro de dois ou três dias. Marcos fez suas malas e fomos levá los ao aeroporto. Já era final de tarde e estava chovendo muito, nos despedimos de Marcos e Lucas e voltamos para casa.
No meio do caminho Isabelle disse estar faminta. Já era noite. Perguntei a ela:
- Vamos a um restaurante?
- Sim, mas que tipo de restaurante?
- Sei lá, depende do que você estiver afim.
- Queria um ambiente agradável, onde eu pudesse me distrair um pouco, pois ainda estou abalada com a notícia do acidente. Disse ela.
- Olha! Vamos em casa, tomar um banho e depois saímos. Conheço um lugar bem legal, você vai gostar.
O tempo passou. Tomamos banho, nos arrumamos e resolvemos sair. Enquanto isso o tempo abriu e no céu apareceu a lua cheia, ela estava linda e trazia muita magia. Chegamos no local, era um belo restaurante, com artesanatos escupidos em madeira, mesas ao ar livre e música ao vivo. Jantamos, bebemos e conversamos e depois fomos embora. Quando estávamos no carro eu decidi conversar com Isabelle sobre o que havia acontecido na praia. Ela sorriu pra mim e disse que estava tudo bem. Insisti no assunto e perguntei:
- Você não se importa de ficar sozinha comigo?
- Não. Você é meu primo. Amo você como um irmão!
- Mas e o Marcos?
- O que tem o Marcos?
- Ele não se importa de você ficar aqui sozinha comigo?
- Ele confia em você. Mas por que você está me perguntando isso?
Fiquei quieto por um instante, continuei dirigindo e parei em um lugar pertinho da estrada, um local deserto e ao mesmo tempo magnífico. A lua estava cheia, dava pra ver o mar e sentir o vento soprar delicadamente. Então antes de Isabelle perguntar alguma coisa eu falei pra ela:
- Você ficou diferente desde o momento em que ficamos a sóis na praia.
- Como assim diferente? Eu já disse, você é meu primo.
- Sei disso, mas você sabe que eu vivo sozinho, sem amor, sem paixão, vivo morto por dentro e de repente você me ascende do nada.
Acariciei os cabelos dela e olhei profundamente nos seus olhos, meu coração gelava estranhamente, eu via os lábios dela tremendo e encostei, ela então disse com baixo tom de voz:
- Por favor não! Não faça isso! Nós só viemos passear na sua casa por quê o nosso relacionamento está em crise, estamos tentado voltar a nos entender.
- Você não sente mais nada por ele. Eu falei com a voz firme.
- Isso é assunto meu.
Então peguei nos seus cabelos e aproximei meu rosto ao dela e falei:
- Você está tão linda! Seus lábios são belos, você é uma deusa.
- Não faz isso comigo primo! Está me deixando...
Olhei dentro dos seus olhos e lhe roubei um beijo. Fiquei beijando ela durante alguns segundos, ela tentou resistir no início mas acabou se entregando em meus braços. Nos beijamos, trocamos carícias e depois fomos embora.
Ao chegar em casa ela me pediu para esquecer tudo o que havia acontecido, pois estava envergonhada, afinal, ela era casada. Eu ignorei todas as suas palavras, a agarrei e beijei novamente. Nos beijamos no sofá, e continuamos a nos beijar, até que ela se entregou todinha pra mim. Eu acariciei os cabelos dela, senti as suas delicadas mãos deslizando pelo meu corpo até que ela me empurrou e rasgou a minha camiseta, ela beijou e deslizou seus lábios molhados no meu peito. Nos abraçávamos, nos beijamos com tanta paixão que eu sentia o meu corpo queimando cada vez em que ela passava sua mãos.
Tirei o que havia sobrado a minha camiseta, tomei ela no meu colo e a levei para a escuridão do meu quarto. Agarrei ela por trás com uma forte pegada capaz de fazê la se arrepiar, cheirei ela atrás do seu pescoço, ela deitou sua cabeça sobre o meu ombro e eu beijei o pescoço dela, subi para o queixo e depois os lábios. Continuamos a nos beijar, tirei a roupa dela e me despi em sua frente. Ela me empurrou para a cama e se jogou por cima de mim, nos viramos, tirei seu sutiã e vi seus lindos seios, os mamilos dela estavam arrepiados, levei minha língua até eles e fui beijando a barriga dela, enquanto ela acariciava a minha cabeça. Tirei sua calcinha e comecei a lamber a sua parte íntima, ela disse que a minha boca estava quente, a ponto de queima la de desejo e de paixão, ela abria suas lindas pernas e se mostrava excitada, me puxou para cima novamente subi beijando o seu umbigo, lambendo seus lindos seios, soprando o vapor quente da minha respiração em seu pescoço e nos beijamos, até que eu a penetrei suavemente. Ela me agarrou e disse estar no paraíso.
Pela vidraça da janela a luz da lua invadia o quarto e nos presenteou com todo seu charme. Eu continuei penetrando ela, e fui aumentando o ritmo, e penetrava profundamente. Ela gemia com uma voz doce que expressava desejo e prazer. Nos viramos, ela ficou deitada por cima de mim e eu continuei penetrando fortemente e ao mesmo tempo eu acariciava e lambia os seus seios. Mudamos de posição outra vez, até que tive o primeiro orgasmo. Continuamos com muito prazer, tive vários orgasmos, até que o clarão do dia invadiu a janela do meu quarto. Fomos tomar banho e dormimos juntinho.
Quando foi mais tarde um pouco ela se levantou e encontrou a cama vazia, se dirigiu ao banheiro, escovou os dentes e foi até a cozinha. Eu havia preparado o café da manhã pra ela e comprei algumas coisas na padaria da esquina. Fomos tomar café. A mesa estava farta. Haviam pães, sucos, torradas, bolo de laranja, biscoitos, chocolate quente, etc.
Convidei ela para ir comigo até a cachoeira. Ao chegar no local, ela se encantou com tamanha beleza olhou nos meus olhos e me beijou como se fosse o ultimo beijo da sua vida. Tomamos banho, nos divertimos, nos beijamos muito durante o dia todo. Já eram quase cinco da tarde e não havíamos almoçado. Decidimos ir embora. Fomos pra casa, nos beijamos muito, tomamos banho e ela se ofereceu a ir no supermercado fazer compras para o jantar e depois iria ao salão de cabeleireiro. Assim em que ela saiu decidi a fazer uma surpresa. Arrumei todo o meu quarto rapidamente e depois eu fui a uma floricultura que havia próximo de casa. Comprei rosas vermelhas.
Já era noite e Isabelle havia feito o jantar. Ela fez algo bem romântico e a luz de velas. Fui até a minha pequena adega e trouxe uma garrafa do melhor que vinho que eu tinha. Jantamos, conversamos um pouco. Não resisti e beijei a começamos a nos amar na cozinha até que parei e a levei para o meu quarto com um venda sobre os seus olhos. Quando chegamos tirei a venda dos olhos de Isabelle e ela ficou bestificada com a decoração. Haviam velas aromáticas pelo quarto, pétalas de flores por cima da cama. Nos beijamos, ela me tirou a camiseta novamente. Me beijava do abdômen ao peito, me agarrava e me beija loucamente. Eu comecei a tirar suas roupas deixei ela nua. Ela me olhava com um lindo sorriso no seu rosto e me disse:
- Sou toda sua meu amor! Faça o que você quiser comigo.
Beijei os pés dela e fui subindo lentamente. Abria as suas pernas e comecei a passar a língua em suas partes íntimas, ela gemia suavemente. e eu continuei, sentia aquela parte do corpo dela toda lambuzada e não era apenas a minha saliva. Ela mandou eu continuar, e obedeci a sua ordem. Depois fui subindo e lambia os seus belos seios fartos, parecia estar no paraíso. Ela falou bem baixinho no meu ouvido:
- Faz tudo comigo. Você é o homem que eu quero pra vida inteira.
Ela me abraçou e começou a beijar, passou seus pés em minhas panturrilhas e sorriu descaradamente para mim. Eu fiquei excitado e a penetrei com todo tesão que um homem pode ter e um pouco mais, eu a penetrava e ela gemia, gemia e gemia. Deitei ela de frente pra mim, coloquei suas pernas em meus ombros e a penetrei com força, ela gemia bem alto, me chamava de amor e pedia pra eu continuar, até que eu falei que ia ter um orgasmo, ela então segurou os seus seios, olhou nos meus olhos e pediu:
- Goza bem gostoso meu amor!
Não resisti aquilo, acabei gozando bem gostoso, e ela sorria e pedia sempre mais. Nos amamos a noite toda mais uma vez. O dia nasceu e fizemos amor em baixo do chuveiro, na cozinha, na sala, no chão, em cima da mesa, nos amamos muito, mas muito mesmo.
Passaram se alguns dias e Marcos resolveu voltar. Ele voltou sozinho e trouxe boas notícias a respeito do seu irmão. Isabelle me chamou no canto e me pediu para aguardar alguns dias por que ela iria pedir a separação para Marcos.
Os dois ficaram por mais alguns dias, e a minha Isabelle havia ficado bem fria com o seu marido. Haviam momentos em Marcos nos olhava desconfiadamente, mas não falava nada. Depois de alguns dias os dois resolveram ir embora, Marcos foi tomar banho antes de viajar, enquanto isso Isabelle me agarrou e começou a me beijar, quase fizemos amor outra vez. Ela me pediu pra esperá la de volta. Depois de uma hora os dois partiram.
Passado um mês Isabelle me liga pra dizer que tudo deu certo, mas não havia contado para Marcos qual foi o motivo da separação, ela me pediu para esperá la no aeroporto e fui correndo. Ela desembarcou e fomos direto para um motel. Fizemos de tudo, fizemos amor na banheira, na cama, no chão. Bebemos champanhe, e ficamos deitados por alguns minutos.
Nós sabíamos que viveríamos juntos pelo resto da vida, fazendo amor sempre, afinal os nossos corpos e almas foram feitos um para o outro, mas o que não sabíamos era se a nossa família iria aceitar o nosso relacionamento. E Marcos que foi meu amigo de infância? Será que ele iria reagir como ao saber da traição? E nossos filhos seriam deficientes por eu e Isabelle sermos primos? Decidimos deixar essas questões para serem resolvidas depois e fomos fazer mais e mais amor.
FIM.
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